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Criminoso peruano teria oferecido US$ 900 mil dólares a policiais para não ser preso




Erick Luis Moreno Hernández, 34 anos, conhecido como ‘O Monstro do Peru’, foi transferido para a Penitenciária Regional de Emboscada, no Departamento de Cordillera, Paraguai, onde cumprirá prisão preventiva.
Ele ficará detido na ala de segurança máxima do presídio, no módulo nº 8. Moreno Hernández, líder da quadrilha criminosa “Los Injertos del Cono Norte”, é considerado um criminoso perigoso, com mandado de prisão internacional e notificação vermelha da Interpol.
Ele é procurado por México, Estados Unidos, Brasil e Peru por crimes como sequestro, extorsão, homicídio e roubo qualificado e foi preso em uma residência alugada em San Lorenzo.
As autoridades acreditam que ele planejava estabelecer contatos internacionais para o tráfico de drogas no Paraguai. Há informações de no momento em que foi capturado, teria oferecido US$ 900 mil dólares de propina para os policiais paraguaios.


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Câmara Municipal recebe dados da Secretaria Municipal de Saúde no dia 29 – Geral


Audiência pública discutirá informações sobre serviços e indicadores de saúde do município

Câmara Municipal recebe dados da Secretaria Municipal de Saúde no dia 29
Atualmente, a Sesau está sob a coordenação de um comitê composto por seis integrantes, desde a saída da então secretária Rosana Leite, no início deste mês. O grupo é liderado por Ivoni Kanaan Nabhan Pelegrinelli, que já ocupava cargo na Prefeitura, e apresentará um relatório com as principais necessidades do setor. (Foto: Divulgação).

A Câmara Municipal de Campo Grande realizará na segunda-feira, dia 29, às 9 horas, uma Audiência Pública em que a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) apresentará a prestação de contas referente ao 2º quadrimestre de 2025.

Durante o encontro, serão compartilhadas informações sobre investimentos na área da saúde, repasses para postos e hospitais, atendimentos realizados e outros dados relevantes. O debate foi convocado pela Comissão Permanente de Saúde, formada pelos vereadores Dr. Victor Rocha (presidente), Dr. Jamal (vice-presidente), Neto Santos, Dr. Lívio e Veterinário Francisco.

Atualmente, a Sesau está sob a coordenação de um comitê composto por seis integrantes, desde a saída da então secretária Rosana Leite, no início deste mês. O grupo é liderado por Ivoni Kanaan Nabhan Pelegrinelli, que já ocupava cargo na Prefeitura, e apresentará um relatório com as principais necessidades do setor.

A prestação de contas da Sesau acontece a cada quatro meses, seguindo o mesmo ritmo das apresentações realizadas pelo Executivo, que trazem o balanço das receitas e despesas municipais.

A audiência começará às 9 horas e é aberta ao público. Quem não puder participar presencialmente poderá acompanhar pela TV Câmara, no canal 7.3, ou pelo canal oficial da Casa de Leis no YouTube.
 



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Polícia Militar Rodoviária apreende quase 1 tonelada e meia de drogas em Maracaju




A Polícia Militar Rodoviária (PMR) do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) efetuou uma grande apreensão de drogas na tarde deste sábado (27), em Maracaju. A ação resultou na interceptação de um veículo carregado com 1,4 tonelada de maconha, gerando um prejuízo milionário ao crime organizado.

A apreensão ocorreu na rodovia MS-164, por volta das 17h36. Uma equipe da Base Operacional de Maracaju estava realizando fiscalização de trânsito e combate a crimes transfronteiriços quando visualizou dois homens próximos a um veículo GM/Trailblazer, que se encontrava parado às margens da rodovia.

Ao perceberem a aproximação da viatura policial, os dois indivíduos fugiram imediatamente, correndo em direção à mata local. A PMR realizou buscas na região, mas os suspeitos não foram localizados.

Os policiais então abordaram o veículo abandonado e, em seu interior, encontraram diversos fardos e tabletes da droga. A pesagem posterior confirmou o volume total de 1,4 tonelada de maconha.

O veículo e a carga ilícita foram imediatamente encaminhados à delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. A Polícia Militar Rodoviária estima que o prejuízo imposto ao crime com esta apreensão seja de R$ 2.938.000,00 (dois milhões, novecentos e trinta e oito mil reais).


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Demarcação de terras indígenas melhora a saúde das comunidades, diz estudo – Geral


Pesquisa revela benefícios socioambientais e reforça a importância da proteção territorial para o bem-estar indígena

Demarcação de terras indígenas melhora a saúde das comunidades, diz estudo
As pesquisadoras ressaltaram ainda que territórios indígenas contribuem para mitigar a poluição atmosférica, removendo material particulado por deposição seca, reforçando a importância de ampliar sua proteção. (Foto: Fernando Frazão|Agência Brasil).

Uma pesquisa conduzida por cientistas brasileiras revelou que Terras Indígenas (TIs), especialmente as legalmente reconhecidas, têm papel significativo na redução de doenças associadas a queimadas e infecções tropicais em cidades localizadas até 500 quilômetros de distância. O levantamento abrangeu dados dos primeiros 20 anos deste século e incluiu análises da região amazônica e da Mata Atlântica.

“Nossas descobertas reforçam a importância do reconhecimento legal das Terras Indígenas (TIs), não apenas para conter o desmatamento, mas também para melhorar a saúde humana local”, afirmou o estudo, publicado este mês na revista científica Nature.

“O equilíbrio entre modos de vida tradicionais e a sustentabilidade dos recursos naturais é frágil e pode ser comprometido por mudanças socioeconômicas e ambientais, ameaçando a dinâmica ecológica essencial para prevenir doenças”, acrescenta a publicação. 

Fumaça de queimadas

O estudo foi conduzido por Julia Barreto, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), e Paula Prist, do Forests and Grassland Program, da União Internacional pela Conservação da Natureza, sediada em Washington (EUA). Elas analisaram dados de 2000 a 2019, avaliando o impacto de material particulado proveniente de queimadas com partículas menores que 2,5 micrômetros.

Paula Prist explicou que esse tipo de poluente provoca irritação nas mucosas, afeta a respiração e causa doenças respiratórias, além de se acumular no sangue, aumentando casos de doenças cardiovasculares. “Esse material pode percorrer até 500 quilômetros, transportado pelos ventos”, acrescentou.

Julia Barreto destacou o valor de uma análise ampla: “Quanto maior a abrangência no tempo e no espaço, mais robusto fica o modelo, apesar do aumento da complexidade.” Paula Prist complementou: “Séries temporais longas reduzem o impacto de anos atípicos e permitem avaliar com maior precisão fatores políticos, sociais, climáticos e sanitários.”

Com base nesses dados, as pesquisadoras criaram uma rede de colaboração com cientistas de Colômbia, Venezuela, Equador, Peru, Bolívia, Suriname, Guiana Francesa e Guiana, cruzando informações sobre doenças causadas por poluição e agentes infecciosos como malária, leishmaniose e hantavírus. Foram comparadas populações indígenas em terras legalmente protegidas e não protegidas.

Resultados

O estudo indica que TIs legalmente reconhecidas reduzem o impacto das queimadas, tanto em quantidade quanto em extensão, e diminuem a disseminação de doenças infecciosas.

“Analisamos a população da Amazônia. Terras indígenas protegidas equilibram a região, reduzindo impactos em municípios degradados”, explicou Paula Prist.

Os benefícios variam conforme a doença estudada e as características ambientais locais. Em doenças respiratórias, quanto maior a integridade da floresta, menor o impacto sobre a saúde. Municípios com menos de 40% de áreas preservadas fora das TIs dependem mais dessas reservas para compensar danos, especialmente em relação a doenças infecciosas.

As pesquisadoras ressaltaram ainda que territórios indígenas contribuem para mitigar a poluição atmosférica, removendo material particulado por deposição seca, reforçando a importância de ampliar sua proteção.

“Uma mensagem central do trabalho é a evidência clara do papel das terras indígenas na saúde humana, que vai além do reconhecimento de direitos ancestrais”, afirmou Julia Barreto. Ela destacou que esses benefícios alcançam também populações próximas: “As TIs têm um serviço ambiental importante, tornando paisagens mais saudáveis para toda a região.”

Os dados levantados estão disponíveis gratuitamente, permitindo que outros grupos aprofundem o tema e reconheçam o valor da colaboração científica.
 



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Vanderlei Avelino solicita melhorias em escolas e espaços de convivência em Ponta Porã




Na última sessão da Câmara Municipal, o Vereador Vanderlei Avelino apresentou indicações solicitando a reforma da Escola Municipal Prof.ª Marly Cavalheiro Rojas, localizada na Rua Jorge Roberto Salomão, bairro Vila Ferroviária III, bem como a manutenção da Academia ao Ar Livre do bairro Planalto.

O Vereador destacou que a escola necessita de melhorias em sua estrutura física, incluindo pintura, reparos na cobertura, adequação de salas e manutenção elétrica e hidráulica. A intervenção é essencial para garantir segurança, conforto e melhores condições de aprendizagem às crianças, além de proporcionar um ambiente adequado para os profissionais da educação.

Quanto à Academia ao Ar Livre do bairro Planalto, Vanderlei Avelino solicitou manutenção nos aparelhos de ginástica e melhoria na iluminação, visando incentivar a prática de atividades físicas e a convivência social de forma segura, tanto no dia quanto à noite.

O Vereador reforçou que essas ações são demandas legítimas da comunidade e que sua implementação é urgente para promover bem-estar e qualidade de vida à população.


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Número de empresas industriais que usam IA cresce 163% em dois anos – Geral


Número de empresas industriais que usam IA cresce 163% em dois anos
Nove em cada dez empresas citaram aumento de eficiência. (Foto: Rawpick/Freepick)

Em dois anos, o número de empresas com atuação na área industrial que utilizam a tecnologia de inteligência artificial (IA) mais que dobrou e apresentou um salto de 163%. A quantidade passou de 1.619 em 2022 para 4.261 em 2024.

No primeiro semestre do ano passado, 41,9% das empresas industriais pesquisadas faziam uso da IA, enquanto essa marca era de 16,9% dois anos antes.

A constatação está na Pesquisa de Inovação Semestral (Pintec), divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento foi feito com uma amostra de 1.731 empresas da área industrial, em um universo de 10.167 companhias com 100 ou mais empregados.

O levantamento foi financiado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), uma organização brasileira sem fins lucrativos. O estudo teve apoio técnico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O gerente de pesquisas temáticas do IBGE, Flávio José Marques Peixoto, associa o avanço da IA ao maior uso das chamadas IAs generativas. “Aquelas que criam conteúdos, texto, imagens”, diz.

Ele contextualiza que, entre as duas pesquisas, houve o lançamento, em novembro de 2022, e a difusão, em 2023, do ChatGPT, software de IA que simula conversas e cria conteúdos. “Eu diria que está relacionado com esse aumento maior, dessa disponibilidade”, assinala.

Flávio Peixoto lista uma série de outras formas de inteligência artificial que ganharam espaço nas empresas industriais, como mineração de dados, reconhecimento de fala, reconhecimento de processo de imagem, geração de linguagem natural (GLN), o aprendizado de máquina (machine learning), a automatização de processos e fluxos de trabalho.

“Uma que é particularmente interessante na indústria é a manutenção preditiva, uso de IA dentro do sistema de produção, na movimentação física de máquinas, tomada de decisões, meio que de forma autônoma”, descreve.

Perfil das empresas

O IBGE identificou que o uso da IA se torna mais comum à medida que aumenta o tamanho da empresa. Nos negócios com 500 ou mais empregados, 57,5% das empresas utilizam IA, superando a marca das companhias de 250 a 499 funcionários (42,5%) e das com 100 até 249 trabalhadores (36,1%).

Dentro das empresas, as áreas que mais utilizavam IA eram administração (87,9%) e comercialização (75,2%).

O IBGE mapeou as áreas de atividades nas quais a IA é mais presente. No topo do ranking figuram:

  • Equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos: 72,3% usam
  • Máquinas, aparelhos e materiais elétricos: 59,3%
  • Produtos químicos: 58%

Dos 25 ramos pesquisados, os três com menos uso de IA são:

  • Fumo: 22,9% das empresas utilizam
  • Couro: 20,7%
  • Manutenção, reparação e instalação de mecanismos e equipamentos: 19,2%

Tecnologias digitais avançadas

O estudo revela que 89% das empresas industriais (9.054) utilizam alguma tecnologia digital avançada.

Além da IA, o IBGE levantou a aderência das empresas a cinco outras tecnologias avançadas. Todas tiveram penetração maior que a IA e apenas duas são utilizadas por mais da metade das empresas:

  • Computação em nuvem (serviço pago): 77,2%
  • Internet das coisas: 50,3%
  • Robótica: 30,5%
  • Análise de big data (software para coletar, processar e analisar megadados): 27,8%
  • manufatura aditiva (impressora 3D): 20,3%
  • IA: 41,9%

Os setores com maior e menor uso de tecnologia digital foram:

1º) Outros equipamentos de transporte: 98,3%
2º) Máquinas, aparelhos e materiais elétricos: 97%
3º) Impressão e reprodução de gravações: 96%
23º) Fumo: 77,8%
24º) Madeira: 76,2%
25º) Celulose, papel e produtos de papel: 73,5%
Total da Indústria: 89,1%

Os pesquisadores conseguiram mapear que 20,8% das empresas faziam uso de apenas uma tecnologia digital avançada, enquanto 27,3% usavam duas. Apenas 5% das companhias conjugavam as seis tecnologias.

A mais utilizada pelos negócios que usavam apenas uma tecnologia era a computação em nuvem, com 64,5% das companhias.

Benefícios atingidos

A Pintec buscou saber dos empresários quais foram os benefícios atingidos com o uso de tecnologias digitais. Nove em cada dez empresas citaram aumento de eficiência, e menos da metade listou entrada em novo mercado.

  • Aumento da eficiência: 90,3%
  • Maior flexibilidade em processos administrativos, produtivos e organizacionais: 89,5%
  • Melhoria no relacionamento com clientes e/ou fornecedores: 85,6%
  • Maior eficácia no atendimento ao mercado: 82,9%
  • Maior capacidade de desenvolvimento de produtos ou serviços novos: 74,7%
  • Redução do impacto ambiental: 74,1%
  • Entrada em novos mercados: 43,8%
  • Outros: 1,5%

Motivação

Ao investigar o que motivou as empresas a aderir às tecnologias, o IBGE notou que 88,6% delas responderam ser decisão estratégica autônoma. Para 62,6%, o motivo foi influência de fornecedores e/ou clientes. Praticamente a metade delas (51,9%) listou influência da concorrência, enquanto 28% apontaram a atratividade de programas de apoio, sejam públicos ou privados.

Apesar do aumento da atratividade de programas de incentivo (em 2022, era resposta de 26%), “poucas empresas (9,1%) se beneficiaram de programas de apoio público”, frisou o IBGE.

Questão de sobrevivência

Para o analista Flávio Peixoto, o resultado é um indicativo que, mais do que ganhar novos mercados, a aderência das empresas às tecnologias digitais avançadas é uma necessidade de sobrevivência no ambiente onde já atuam.

“Quando se tem, muitas vezes, essa própria demanda dos fornecedores e dos clientes para você migrar, passar a utilizar certos tipos de tecnologias que se integrem, principalmente na logística, no processo de suprimento dessa cadeia, ou a empresa faz esse movimento ou vai ser excluída, não vai fazer parte mais dessa cadeia”, avalia.

O pesquisador cita o exemplo da indústria automobilística. “O cliente faz um pedido na ponta, isso reflete em toda cadeia, mas isso só acontece se as tecnologias realmente estão sendo utilizadas de forma mais integrada”, diz.

Custo e mão de obra

No universo das empresas industriais que utilizam tecnologias digitais avançadas, 78,6% delas informaram aos pesquisadores que os altos custos das soluções tecnológicas dificultaram a adoção. Já a falta de pessoal qualificado foi informada por 54,2%.

Entre as empresas que não utilizam as tecnologias, o principal fator impeditivo foram também os altos custos, apontado por 74,3% das companhias. A falta de pessoal qualificado foi também a segunda justificativa mais apontada (60,6%).

Menos teletrabalho

Os pesquisadores do IBGE identificaram que, em dois anos, caiu o percentual de empresas ligadas a atividades industriais que adotavam o teletrabalho. Em 2022, 47,8% das companhias tinham o regime de trabalho. Em 2024, o percentual passou para 43%, representando 4.357 empresas.

O teletrabalho era mais comum em companhias com 500 ou mais empregados (65,3% delas). Nas com contingente de trabalhadores entre 250 a 499 pessoas, o patamar era de 39,1%, superando os negócios que tinham entre 100 e 249 funcionários (36,3%).

Nas empresas que lidavam com administração (94,6%) e comercialização (85%), o teletrabalho era mais frequente. Na outra ponta, figuravam setores de produção (35,5%) e logística (51,7%).



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Lia Nogueira cobra centro de acolhimento para mulheres em Anastácio




Em defesa das mulheres vítimas de violência doméstica, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) apresentou uma Indicação solicitando a construção de um espaço físico adequado para fortalecer as políticas públicas de atendimento, acolhimento e proteção às vítimas em Anastácio-MS. O pedido foi encaminhado à Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, ao Governador Eduardo Riedel (PP) e à Subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa.

O município já conta com um espaço cedido pelo poder público para o atendimento das mulheres, mas, segundo a deputada, a estrutura atual é limitada. “É preciso garantir segurança, dignidade e privacidade para que essas mulheres sejam acolhidas e para que os profissionais possam trabalhar de forma plena”, ressaltou Lia.

A proposta prevê a construção de um centro especializado, com salas para atendimento psicológico, social e jurídico, além de uma área emergencial para acolher mulheres e seus dependentes em situação de risco. O novo espaço será um ponto de apoio fundamental para vítimas em situação de vulnerabilidade e um instrumento para fortalecer ações de prevenção e promoção da cidadania.

A solicitação partiu da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres de Anastácio, que identificou a necessidade urgente de melhorar o atendimento no município. Para Lia Nogueira, investir nesse projeto significa salvar vidas e oferecer às mulheres da região a chance de recomeçar com mais segurança e amparo


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Em MS crianças e adolescentes podem aprender equitação gratuita – Geral


Aulas com o primeiro grupo de 20 estudantes vai acontecer na próxima segunda-feira (29)

Em MS crianças e adolescentes podem aprender equitação gratuita
Crianças e adolescentes entre 7 e 16 anos matriculados em escola pública podem praticar o esporte. (Foto: Divulgação PMMS)

Crianças e adolescentes entre 7 e 16 anos, alunos de escolas públicas estaduais, com uma oportunidade única em mãos: aprender a equitação de graça. Isso agora é possível em Mato Grosso do Sul com a inauguração da primeira escola pública de equitação no Estado. A solenidade que abriu o espaço ocorreu na última quinta-feira (25) e as aulas com o primeiro grupo de 20 estudantes vai acontecer na próxima segunda-feira (29).

O objetivo da escola é claro: unir esporte, disciplina e formação de valores como instrumento de inclusão social e do senso comunitário, fortalecendo o vínculo social dos participantes dos projetos ali desenvolvidos com as forças que compõem a segurança pública.

A coordenação da Escola Pública de Equitação será feita pela PM (Polícia Militar), que em parceria com as secretarias de Educação e de Segurança Pública inicia na próxima segunda a primeira etapa do projeto Cavaleiros do Futuro, com 20 estudantes de três escolas públicas estaduais selecionados para integrar a inédita ação em Mato Grosso do Sul.

Desenvolvimento da força, equilíbrio, coordenação e resistência cardiovascular, além de promoção da concentração, da confiança e da responsabilidade são alguns dos benefícios que a equitação traz aos seus praticantes. Fora isso, o contato com os cavalos estimula valores como autoconfiança, paciência e postura, fundamentais para a formação cidadã.

As aulas acontecem nas dependências da Cavalaria da PM, no Parque dos Poderes. Entre os critérios para participar do projeto Cavaleiros do Futuro, está a condição de vulnerabilidade social do estudante, e a permanência do mesmo no projeto vai depender do rendimento escolar, disciplina e assiduidade às aulas de equitação, tudo avaliado bimestralmente.

No local onde ocorrem às aulas, além da escola de equitação também haverá um espaço chamado Chácara da Cavalaria, voltado para a criação, recria e descanso dos equinos utilizados em policiamento, reprodutores, potros e animais aposentados. O terreno destinado ao Esquadrão de Cavalaria recebeu desde 2022 investimentos do Conselho Institucional de Segurança de Campo Grande (Coisec) e da Central de Execução de Penas Alternativas.

Equitação gratuita para crianças e adolescentes
Parceria entre o Governo do Estado, Polícia Militar, secretarias públicas e empresas privadas.(Foto: Divulgação PMMS)

Com apoio de secretarias estaduais e empresas privadas, a área de pastagem foi ampliada de 5 para 32 hectares, em um investimento de aproximadamente R$ 524 mil que reafirma o compromisso da PM e parceiros institucionais com a valorização dos jovens, o bem-estar dos animais e a integração de esforços entre Poder Público e iniciativa privada.



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Cidades de MS vão receber teste para nova tecnologia de alerta de emergência da Defesa Civil

Com tecnologia de transmissão de alertas de emergência inovadora, via telefonia celular, a Defesa Civil vai enviar uma mensagem de demonstração para a população de Mato Grosso do Sul, neste sábado (27).

O teste será disparado por meio de plataforma integrada com as redes móveis, para aparelhos Android e iOS que exibirão uma mensagem que deixará explicita a simulação, afim de evitar confusão.

A mensagem que aparecerá no celular é: “ALERTA EXTREMO – Defesa Civil: ALERTA DE DEMONSTRAÇÃO do novo sistema de alerta de emergência no estado. Mais informações, consulte o site do Defesa Civil Alerta”.

Por meio do “Defesa Civil Alerta”, serão enviadas mensagens de texto, estilo pop-up na tela do celular, sobrepostas ao conteúdo sendo acessado naquele momento – mesmo com algum aplicativo aberto, as mensagens aparecem em primeiro plano na tela do celular, durante a realização de chamadas ou no modo silencioso –, a todos os aparelhos compatíveis conectados às redes móveis 4G e 5G, localizados nas regiões com risco de desastres naturais ou outras situações emergenciais. Somente após o usuário clicar em “OK”, a notificação só será retirada da tela do celular.

A ação é realizada de forma conjunta entre a Defesa Civil Nacional e a Defesa Civil de Mato Grosso do Sul. A partir da próxima quarta-feira (1º de outubro) a ferramenta ficará oficialmente à disposição do Estado, para complementar outros alertas de emergência disponíveis (SMS, TV por assinatura, Whatsapp, Telegram e Google Public Alerts). O trabalho de prevenção e mitigação dos impactos causados por desastres, orienta pessoas que estão em localidades de risco.

Para receber o “Defesa Civil Alerta” não será necessário cadastro prévio. O conteúdo das mensagens e o momento de envio será definido pelos órgãos de Defesa Civil. 

Nesta nova tecnologia, há dois tipos de alertas, que são o extremo e o severo. O primeiro é o nível máximo de alerta, caracterizado por severidade muito alta, nível de confiança observada ou provável e urgência imediata. Já o segundo se diferencia por ter urgência esperada, representando um tempo maior para que a população adote as orientações de autoproteção. No caso do alerta extremo a mensagem acionará um sinal sonoro no celular, semelhante a uma sirene, ainda que o aparelho esteja no modo silencioso, o que vai permitir maior eficiência do alerta nas situações de risco. No caso do alerta severo, o sinal sonoro será um “beep” similar ao do SMS e não irá soar no modo silencioso. 

Durante a fase de implantação também serão encaminhados alertas de demonstração, que têm por objetivo informar à população sobre o início da disponibilidade do “Defesa Civil Alerta” nos municípios que receberão a nova tecnologia e ambientar à nova ferramenta.

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Debate sobre empregos e qualificações no País – Geral


Secretários de trabalho de 15 estados participaram da reunião na Capital do Mato Grosso do Sul

Debate sobre empregos e qualificações no País
Reuniões ocorreram na quinta e sexta-feira. (Foto: Rosana Siqueira)

A necessidade de qualificação profissional, a troca de experiências entre secretarias de Trabalho dos estados e, principalmente, os desafios enfrentados pelas pastas foram destaques na quinta-feira (25), no primeiro dia da 146ª Assembleia Geral Ordinária do Fórum Nacional de Secretarias de Trabalho (Fonset), realizada em Campo Grande.

O encontro, que seguiu até ontem (26) no Flat Afonso Pena, reunindo secretários de Trabalho e Emprego de 15 estados, representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, da OIT e de entidades como SEST/SENAT e Senac.

A abertura contou com a presença do secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck; do presidente do Fonset, Vladyson Viana; do conselheiro titular da CTB no Codefat, Joílson Cardoso; do coordenador-geral do Departamento de Apoio à Inserção no Trabalho do MDS, Paulo Penha de Lima; do representante da Secretaria de Qualificação, Emprego e Renda do TEM, Pedro Humberto Bastos; do supervisor do Conselho Regional MT e MS, José Luis Rachid; do secretário-executivo de Qualificação Profissional e Trabalho da Semadesc, Esaú Aguiar; e da diretora-presidente da Funtrab-MS, Marina Dobashi.

Durante a solenidade, foram homenageados os ex-presidentes do Fonset Esacheu Nascimento e Eloísa Berro, ambos de Mato Grosso do Sul.

Alinhamento de ações

No discurso de abertura, o secretário Jaime Verruck destacou a importância do encontro como espaço de intercâmbio entre os estados.

“O evento é uma oportunidade de discutir as políticas públicas no setor de emprego e qualificação desenvolvidas em cada estado, assim como os desafios inerentes à área. A meta é alinhar ações para que tenham maior efetividade na geração de emprego, renda e, principalmente, na qualificação profissional”, afirmou.

De acordo com o presidente do Fonset, Vladyson Viana, secretário de Trabalho do Ceará, o tema central do encontro é a escassez de mão de obra no país.

“Hoje este é o principal debate. Contamos com a participação de representantes de Mato Grosso do Sul, que compartilharão suas experiências e buscarão aprendizados. O Estado, em particular, apresenta uma das menores taxas de desocupação, ou até mesmo a menor do Brasil”, ressaltou.

Entre os assuntos debatidos estão o acesso ao mercado de trabalho, a necessidade de uma qualificação assertiva e alinhada às demandas, além da transição dos beneficiários do Bolsa Família que desejam ingressar no emprego formal. Outro ponto em discussão é a melhoria das condições salariais e dos benefícios trabalhistas.

“A meta comum entre os estados é atrair mais trabalhadores, com melhor qualificação e preparação para ocupar as vagas que têm crescido em todo o país”, completou Viana.

Experiências e programas

Segundo o secretário-executivo de Qualificação Profissional e Trabalho da Semadesc, Esaú Aguiar, o Fonset tem papel essencial no compartilhamento de práticas e políticas.

“Essa troca de experiências visa identificar e adaptar as iniciativas bem-sucedidas de cada estado à nossa realidade. Mato Grosso do Sul vive um cenário de pleno emprego e indicadores positivos, o que reforça a necessidade de qualificar a mão de obra local para aproveitar as oportunidades”, disse.

Aguiar ressaltou que o Governo do Estado apresentará aos secretários seus programas de incentivo à qualificação e engajamento da mão de obra.

“Já contamos com iniciativas como o programa Voucher, que oferece apoio em diversas áreas. Estamos desenvolvendo ações para setores específicos, como o florestal e a produção de proteína animal, além de programas voltados a jovens, pessoas com deficiência e trabalhadores com mais de 50 anos, para garantir que todos tenham acesso às oportunidades”, concluiu.



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