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Clubes se movimentam por novo modelo de liga no vôlei brasileiro

Às vésperas do início da Superliga 2025/2026, a articulação dos clubes pela criação de uma liga independente movimentou os bastidores do vôlei brasileiro. A informação foi trazida primeiro pela coluna do jornalista Bruno Voloch, no portal O Tempo, e posteriormente confirmada pela reportagem do Lance!.

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➡️Superliga 2026 terá nova tecnologia de desafios padronizada em todos os jogos; entenda

A ideia por trás da mobilização é criar uma liga independente, porém chancelada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), que permita aos clubes maior autonomia para organizar a competição, além de negociar patrocínios e direitos de transmissão, por exemplo. O Praia Clube, por meio de sua assessoria de imprensa, confirmou a movimentação pelo novo modelo de liga, semelhante ao que é praticado no Novo Basquete Brasil (NBB).

— O Praia Clube apoia este modelo, que tem como objetivo o avanço do vôlei nacional. Reconhecemos a necessidade de uma liga moderna e competitiva, mas acreditamos que a evolução deve ser construída em conjunto, com a participação e chancela da CBV. A proposta foi apresentada aos clubes, que manifestaram apoio à iniciativa. Agora, solicitamos uma reunião com a CBV para dar continuidade ao diálogo – afirma.

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Segundo o clube, a XP Investimentos teria manifestado interesse em ser parceira da iniciativa, porém, procurada pela reportagem do Lance!, não confirmou a informação. Ainda de acordo com a coluna de Voloch e a apuração do Lance!, Flamengo, Campinas e Barueri não se manifestaram a favor da proposta.

➡️Superliga fecha transmissão com novo canal e apresenta marca para temporada

Superliga chega a sua 32ª edição (Foto: Hermes de Paula/CRF)
Superliga chega a sua 32ª edição (Foto: Hermes de Paula/CRF)

Próxima temporada da Superliga

Lançada no último sábado (27), a 32ª edição da Superliga terá início no dia 20 de outubro, com a participação de 24 equipes. A CBV anunciou a implementação de um sistema de desafio padronizado em todas as partidas e confirmou a manutenção da exclusividade dos direitos televisivos para o Grupo Globo, que também transmitirá jogos ao vivo pela GE TV.

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noticias paraguai

Asociación de Panaderos se prepara para proveer productos al Programa Hambre Cero

Representantes del Viceministerio de Mipymes, del MIC, mantuvieron una reunión con autoridades de la Asociación de Panaderos del Paraguay, de manera a seguir coordinando acciones para incorporar la oferta de chipitas, panificados secos, galletitas entre otros de las Mipymes agremiadas a nivel nacional con la demanda generada por el Programa Hambre Cero en las Escuelas, impulsado por el Gobierno del Paraguay.

Cabe destacar que la demanda estimada a nivel nacional según el Sistema Integrado de Alimentación Escolar (SIAE), para el año 2026 (con 9 meses de provisión continua) es de 796.240.000 kg. de Chipitas, 796.280.000 kg. de palitos/rosquitas y 450.000 kg. de galletitas de avena/arroz.

Al respecto, el el presidente de la Asociación, Pedro Solano Franco, manifestó el gran interés que despierta en sus más de 200 asociados a nivel nacional, la oportunidad de participar de la cadena de valor de Hambre Cero y la predisposición de trabajar de manera conjunta para satisfacer los requerimientos de registros fitosanitarios, tributarios y las especificaciones técnicas para proveer sus productos en la política emblema del Gobierno.

En ese sentido, el Viceministerio de Mipymes se encuentra realizando una asistencia técnica personalizada al mencionado gremio, para preparar la oferta, conexión con ofertas de financiamiento como la plataforma Adelanta y seguimiento de las futuras negociaciones con las 25 empresas adjudicadas para proveer alimentación escolar a nivel nacional.

 

24/09/2025

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internacional noticias

Venezuela realiza eleição marcada por abstenção da oposição

O regime da Venezuela promoveu neste domingo, 25, uma eleição regional esvaziada, marcada pelo boicote da maioria opositora e pela tentativa do regime de Nicolás Maduro de consolidar ainda mais seu poder.

A votação para governadores e deputados ocorreu sob denúncias de repressão política, ameaças à Guiana e seções eleitorais praticamente desertas.

De acordo com o instituto Delphos, apenas 16% dos mais de 21 milhões de eleitores compareceram às urnas. O número confirma o impacto do chamado à abstenção feito pela líder opositora María Corina Machado, que classificou o processo como “propaganda chavista”.

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Apesar da baixa participação, o chavismo tenta apresentar a votação como um sinal de força. O regime já domina 253 das 277 cadeiras da Assembleia Nacional e 19 dos 23 governos estaduais. O cenário foi consolidado depois do boicote opositor às eleições legislativas de 2020.

Neste domingo, a apatia tomou conta de Caracas e de outras cidades, como San Cristóbal, Maracaibo e Barinas.

Jornalistas constataram seções praticamente desertas, mesmo em horários de pico. Em depoimento à imprensa internacional, eleitores afirmaram não reconhecer legitimidade no processo.

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Além de buscar consolidar o poder interno, Maduro aproveitou o dia de votação para renovar ameaças à Guiana.

Em discurso transmitido depois de depositar seu voto, o ditador afirmou que o país vizinho terá de “aceitar a soberania da Venezuela” sobre o território de Essequibo — área rica em petróleo e alvo de disputa centenária entre as duas nações.

O presidente guianense, Irfaan Ali, reagiu com firmeza e disse que a eleição promovida pelo regime bolivariano representa “uma ameaça” e faz parte da “propaganda chavista”. A Venezuela, em contrapartida, criou um Estado simbólico para Essequibo e realizou eleições para um governador e deputados regionais, mesmo sem controle efetivo da área.

Prisões, repressão e propaganda na Venezuela

A votação ocorre dias depois da prisão de cerca de 70 opositores, acusados de envolvimento em um suposto plano terrorista.

Entre os detidos está Juan Pablo Guanipa, aliado de María Corina. O regime também restringiu a circulação na fronteira e suspendeu voos com a Colômbia, alegando risco de sabotagem por “mercenários”.

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Em Caracas, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, declarou que “nenhum incidente relevante” havia sido registrado, mesmo diante da forte presença militar nas ruas — mais de 400 mil homens foram mobilizados.

Enquanto a maior parte da oposição boicotou a votação, um grupo dissidente decidiu participar. Liderado por Henrique Capriles, ex-candidato presidencial, o bloco defende a ocupação de espaços institucionais como estratégia de resistência.

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