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Exportações de milho de MS têm alta de 149,6 mil toneladas em outubro de 2025

As exportações de milho de Mato Grosso do Sul registraram alta de 149,6 mil toneladas, em outubro de 2025, quando comparadas com o mesmo período do ano anterior. O volume corresponde a um incremento de 214%, de acordo com o Boletim de Exportação, divulgado pela Aprosoja/MS.

Em valor monetário, a comercialização internacional do cereal no referido período representou US$ 45,1 milhões, representando aumento de 236% frente ao valor movimentado em outubro de 2024.

Segundo o economista da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes, os números são resultado de uma safra cheia. “Tivemos uma safra de 13,9 milhões de toneladas de grãos, volume que é suficiente para atender o consumo interno e garantir um excedente significativo para exportação. Além disso, temos também o fator da redução do preço interno na comparação com o ano passado, seguindo a lei de oferta e demanda, o que impulsiona naturalmente a colocação dos grãos no mercado internacional”, explica Fernandes.

O principal destino do milho de Mato Grosso do Sul foi o continente asiático. O Irã liderou as compras, com 38% do total exportado. Na sequência aparecem as Filipinas, com 27%, e Bangladesh, com 10%. Vietnã e Jordânia também integraram a lista de destino do milho, além do Egito, único país africano entre os compradores.

Apesar do avanço anual, no comparativo dos meses de setembro e outubro de 2025, a operação de comercialização internacional apresentou queda de 41%, equivalente ao volume de 152,3 mil toneladas. A variação negativa neste comparativo é comum e está associada a questões de logísticas e volume disponível.

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Crescimento discreto da economia pressiona empresariado por estratégias mais eficazes em 2026

Consultora orienta papel do planejamento de marca e trata ativo como ‘saída’ para empresas em meio à incertezas

A projeção de um crescimento econômico discreto para o Brasil no próximo ano, conforme apontado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), pressiona o empresariado a adotar estratégias mais eficazes para garantia de sobrevivência em meio às incertezas. A avaliação é da publicitária Beatriz Baena, que vê no planejamento de marca um ativo essencial para as empresas enfrentarem o cenário.

A consultora de gestão de marcas acredita que o planejamento de marca funciona como uma “saída” em meio às incertezas. “Se a gente considerar os indicadores que se apresentam, vamos reconhecer que a atuação do empreendedor brasileiro é pra lá de desafiadora. No entanto, é preciso racionalidade e consciência de que o coração de um negócio é sua marca. Ela é o ativo de venda, diferenciação e satisfação de um mercado cada vez mais exigente e instável. Diante disso, uma gestão estratégica da marca é o que permitirá às empresas manter a competitividade e adaptar suas operações à nova realidade do consumo”, afirma Beatriz.

Desaceleração

A análise da publicitária está baseada nos dados da Carta de Conjuntura mais recente, do Ipea. O documento revisou para baixo a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país, estimando uma alta de 2,2% em 2025 e de 1,6% em 2026.

O principal ponto de atenção para o comércio e serviços é a forte desaceleração projetada para o Consumo das Famílias. Segundo o Ipea, o indicador deve sair de uma alta observada de 4,8% em 2024 para apenas 1,5% em 2026.

Essa perda de fôlego reflete, em grande medida, os efeitos da política monetária contracionista. O Ipea destaca que o ciclo de alta de juros, com a taxa Selic mantida em 15% ao ano, impacta a economia.

Incertezas no cenário

O documento do Ipea também detalha as incertezas que reforçam a necessidade de planejamento estratégico apontada pela especialista.

Além do cenário interno de juros elevados, o instituto foi surpreendido por um fator externo: o anúncio de tarifas punitivas pelo governo dos EUA à importação de centenas de produtos brasileiros.

Essa medida, que afeta diretamente cerca de US$ 22 bilhões em exportações brasileiras, já foi incorporada aos cálculos. O Ipea estima um impacto negativo das tarifas sobre o PIB de 0,3% em 2025 e 0,2% em 2026 , contribuindo para a revisão geral do crescimento.

É em meio a essas projeções, muitas vezes sequer interpretada pelo microempreendedor, que se ancora a retração dos pequenos e médios negócios.

“Ao entender essa realidade, o empresário passa a estar consciente de que é preciso planejar. O planejamento antecipa todos os fatores de riscos e oferece mecanismos de ação que buscam superar esses desafios. Entrar em 2026 sem um bom planejamento é já começar o ano perdendo para a concorrência”, destaca Beatriz.

Contraste

O desafio para o empresariado ocorre em um cenário complexo. A desaceleração do consumo acontece mesmo com o mercado de trabalho “particularmente aquecido”.

O Ipea informou no documento que a taxa de desocupação atingiu o menor patamar da série histórica, iniciada em 2012. Da mesma forma, o rendimento médio real do trabalho e a massa salarial real também alcançaram os picos da série.

Apesar disso, o instituto nota que o consumo de bens mais sensíveis ao crédito já demonstra acomodação, enquanto a inflação de serviços segue pressionada pela demanda aquecida.

Para Beatriz, se o consumidor for capaz de enxergar valor na relação com as marcas, ele se manterá motivado a direcionar seus investimentos sob o critério da confiança e da solidez. “Quando a gente se coloca numa zona de economia, há uma preocupação em investir com o mínimo de erro possível. Em negócios não essenciais, e até mesmo naqueles que o consumidor não pode deixar de fora do orçamento familiar, vai pesar a relação de confiança e aspectos de experiência que as marcas tem condições de explorar. Muito além de preço e promoção, o consumidor busca quem é capaz de se colocar na mesma posição que ele. E isso é papel da marca”, finaliza.

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Prefeitura entrega títulos de imóveis para moradores de vários bairros de Ponta Porã

Matrículas serão entregues aos moradores dos bairros São Bernardo I e II, Júlia Cardinal e Parque dos Ipês nesta quarta-feira (19)

A Prefeitura de Ponta Porã realiza, nesta quarta-feira, dia 19 de novembro, uma cerimônia para entrega de matrículas de imóveis regularizados e titulados em nome dos proprietários. O evento será às 10h, no auditório do Paço Municipal, com a participação de autoridades e das famílias beneficiadas.

A gestão do prefeito Eduardo Campos vem intensificando as ações de regularização fundiária em diversas regiões da cidade. Nesta etapa, serão entregues os documentos definitivos aos moradores dos bairros São Bernardo I e II, Júlia Cardinal e Parque dos Ipês, garantindo segurança jurídica e o direito pleno à propriedade.

O prefeito Eduardo Campos destacou que a iniciativa representa mais um compromisso cumprido pela administração municipal, voltado diretamente para o cuidado com as pessoas.

“Além de garantir um direito que é real, damos um passo muito importante para oferecer segurança jurídica e dignidade às famílias. Nosso objetivo é avançar cada vez mais, atendendo moradores de outros bairros que também aguardam pela documentação definitiva de seus imóveis”, afirmou o prefeito.

A entrega das matrículas marca uma conquista importante para centenas de moradores, que passam a ser proprietários de fato e de direito de seus imóveis, trazendo estabilidade e novas possibilidades para cada família beneficiada.

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STJ adia prazo para regulamentação do plantio de cannabis medicinal

Por unanimidade, a Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) adiou mais uma vez, até 31 de março do ano que vem, o prazo para que a União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamentem a importação de sementes e o plantio de cannabis para fins medicinais e científicos no país.

Os ministros atenderam a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que no último dia do prazo mais recente, em 30 de setembro, pediu ao STJ um novo adiamento. O prazo original previa que a regulamentação deveria ter sido concluída em junho.

A União e a Anvisa alegaram ser necessário mais tempo, pois o trabalho envolve uma equipe multidisciplinar e interministerial ampla, com fases de validação para que se possa concluir a redação de uma minuta de portaria que regulamente a importação de sementes, o cultivo, a industrialização e a comercialização de cannabis com baixo teor de THC.

“São muitas as questões – profundas e tecnicamente relevantes – a serem ainda enfrentadas e superadas, para que a proposta de regulamentação seja efetiva e abrangente das atividades necessárias à garantia da segurança à saúde”, escreveu a AGU no pedido.

A relatora do caso, ministra Regina Helena Costa, reconheceu que se trata de um processo “estrutural”, que por isso demanda maior flexibilidade em sua condução. Ela também reconheceu não haver má-fé do governo ou da Anvisa, que demonstraram boa-vontade em fazer avançar a questão.

“Diversamente, a articulação de representantes das entidades para, de forma diligente e coordenada, reconhecer a inviabilidade da entrega das fases finais do planejamento até a data limite então fixada, propondo, ato contínuo, um calendário sob sua ótica exequível, denota a intenção de preservar a sinalização positiva até agora praticada de, efetivamente, atender à ordem judicial, não obstante as dificuldades envolvidas”, escreveu a ministra.

Ela foi seguida por todos os demais ministros da Primeira Seção, que julga um Incidente de Assunção de Competência (IAC), tipo de processo cujo resultado vincula as demais instâncias da Justiça, que devem necessariamente seguir o entendimento do STJ.

Entenda

Em novembro de 2024, o STJ decidiu que a Lei das Drogas não alcança as espécies de cannabis com concentrações muito baixas de tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo da planta que causa efeitos entorpecentes.

Com isso, os ministros deram autorização a uma empresa que recorreu ao STJ para conseguir importar sementes de cannabis com baixo teor de THC e alto teor de canabidiol, composto que não possui efeitos entorpecentes, mas traz benefícios medicinais cada vez mais comprovados pela ciência.

Entre os usos comprovadamente eficazes, por exemplo, está o tratamento de pessoas portadoras de doenças que causam crises de convulsão e espasmos musculares, como epilepsia e esclerose múltipla.

Para que a decisão possa ser cumprida, contudo, o STJ determinou a regulamentação da importação de sementes, do cultivo e da industrialização e comercialização de espécies de cannabis com baixa concentração de THC (menos de 0,3%).

A medida abre caminho para a produção, no Brasil, de produtos industriais com base em outros compostos da cannabis, como o CBD, e também nas fibras do cânhamo industrial, que possui aplicação em diversas indústrias, incluindo a têxtil.

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Polícia Científica de MS avança na padronização de análise balística

A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul concluiu, na sexta-feira (14), a fase presencial da capacitação promovida pela Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), voltada à padronização de procedimentos e ao fortalecimento do SINAB (Sistema Nacional de Análise Balística).

Participaram oito peritos criminais, entre eles profissionais de Campo Grande e Dourados. O curso foi realizado em duas etapas: a primeira, on-line, nos dias 3, 4 e 5 de novembro; e a segunda, presencial, entre 10 e 14 de novembro, na capital sul-mato-grossense.

As atividades práticas foram conduzidas pelos peritos criminais Mirella de Oliveira Santos, da Polícia Científica do Espírito Santo, e Francisco da Silva Martins, da Polícia Científica do Paraná.

Durante a semana, os participantes treinaram microcomparação balística, análise de projéteis e estojos, revisão de correlações automatizadas e validação de hits — quando o sistema indica a possibilidade de uma mesma arma ter sido utilizada em diferentes crimes.

O conteúdo também incluiu fundamentos de balística forense, uso de comparadores óticos, elaboração de laudos, coleta de padrões de armas de fogo e um módulo dedicado ao SINAB.

As atividades envolveram resolução de casos simulados e abordaram os critérios de inserção de elementos no Banco Nacional de Perfis Balísticos (BNPB), reforçando a importância da padronização nacional.

O chefe do NBF (Núcleo de Balística Forense), Jucelino José de Souza Filho, destacou que o curso trouxe avanços importantes para o trabalho pericial.

“Cada conhecimento adquirido ali se transformou em resultados concretos para a sociedade, ajudando a esclarecer crimes e apoiar as investigações com mais precisão”, avaliou.

O coordenador-geral de Perícias, José de Anchiêta Souza Silva, demonstrou satisfação com o empenho da equipe e dos docentes que ministraram a formação.

“A dedicação dos nossos peritos criminais ficou evidente ao longo do curso. Agradecemos aos professores que vieram a Campo Grande para compartilhar esse conhecimento tão específico. Esse tipo de aperfeiçoamento eleva a qualidade das perícias e fortalece nossa atuação dentro do SINAB”, ressaltou.

Já o professor e perito criminal Francisco da Silva Martins destacou que a interação entre profissionais de diferentes estados reforça o papel do SINAB como ferramenta nacional de integração.

“Estamos promovendo uma troca de conhecimentos com peritos de diferentes estados, discutindo principalmente a etapa de comparação balística. Com o SINAB, deixamos de atuar apenas de forma reativa: agora conseguimos apresentar novas linhas de investigação às autoridades com base nas correlações balísticas”, pontuou.

Com o encerramento da capacitação, Mato Grosso do Sul amplia sua participação na rede nacional de balística e fortalece sua capacidade de identificar armas utilizadas em crimes, confirmar ligações entre ocorrências e apoiar investigações em todo o país.

O que é o SINAB?

O SINAB (Sistema Nacional de Análise Balística) é a plataforma que integra os laboratórios de balística do país e permite comparar projéteis e estojos com milhares de registros nacionais, identificando possíveis coincidências — os chamados hits.

O sistema funciona como ferramenta de inteligência pericial, auxiliando na conexão entre crimes e na indicação de novas linhas investigativas às autoridades.

Desde que Mato Grosso do Sul passou a operar o SINAB, em 2023, já foram investidos mais de R$ 5,9 milhões na modernização do laboratório de balística. Entre os avanços estão a aquisição de uma câmara de recuperação de projéteis e um microscópio de comparação de última geração, que elevaram o padrão técnico das análises.

A atuação reflete diretamente nos resultados: em dois anos, foram 1.695 inserções realizadas no Banco Nacional de Perfis Balísticos e 108 hits confirmados, índice que reforça o papel do Estado na integração nacional e na elucidação de crimes envolvendo armas de fogo.

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Motta mantém votação do PL Antifacção mesmo com críticas do governo

Mesmo com críticas do governo federal, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), manteve a votação do substitutivo do projeto de lei (PL) Antifacção para esta terça-feira (18).

“O projeto aumenta as penas para integrantes de facções e dificulta o retorno às ruas, também cria e integra os Bancos Nacional e Estaduais de Dados sobre as Organizações Criminosas. Vamos em frente com responsabilidade e a urgência que o tema requer”, afirmou Motta, nesta segunda-feira (17), em rede social.

Existe a expectativa de o relator, deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), apresentar um novo texto antes da votação, que será a quinta versão do substitutivo em pouco mais de uma semana.

O governo federal sustenta que o substitutivo do relator Derrite desfigurou a iniciativa do Executivo enviado ao Parlamento para combater as organizações criminosas e que o parecer vai criar um “caos jurídico” que pode beneficiar os criminosos.

O secretário nacional de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública Marivaldo Pereira disse à Agência Brasil que o texto vai atrasar as investigações e ações penais em andamento.

“Se a proposta for aprovada do jeito que está, vamos assistir a um verdadeiro caos jurídico, porque há uma série de normas conflitantes que vão abrir uma oportunidade para que os investigados comecem a questionar qual é a norma efetivamente aplicada”, argumentou.

O governo ainda reclama da decisão do relator de retirar recursos federais que financiam a Polícia Federal (PF).

“Mandamos uma proposta com o objetivo de descapitalizar o crime. O relator apresentou uma proposta que descapitaliza os fundos de segurança do governo federal. A proposta do jeito que está descapitaliza os fundos do governo federal e vai prejudicar diretamente as operações da PF”, completou Marivaldo.

Especialistas tem apontado ainda que o projeto pode dificultar as investigações do Ministério Público (MP). O relator informou à Agência Brasil que vai ajustar o texto para não deixar dúvidas quanto ao papel do MP no combate às organizações criminosas.

Relator

O relator do PL Antifacção, Guilherme Derrite, prometeu apresentar o 5º parecer com novas alterações ao texto. Para ele, as críticas tem como alvo o aumento das penas para membros de organizações criminosas.

“Hoje, faccionado que mata uma criança pode ficar preso só 4 anos e 8 meses. O governo federal queria que continuasse igual. No meu relatório, a pena vai a 30 anos, pelo menos 21 em regime fechado. Saímos de menos de cinco anos para 21. Tirem conclusões sobre a indignação de tanta gente”, afirmou Derrite em uma rede social.

O projeto original do governo aumentava as penas contra membros de facções criminosas, mas não no nível proposto pelo novo relator. O governo tem informado que concorda com o aumento de penas, mas pede que sejam preservadas as demais contribuições do PL original.

Versões

O relator Gulherme Derrite apresentou quatro versões distintas do PL Antifacção com ajustes para atender as críticas do governo e de especialistas.

Uma das mudanças retirou a obrigatoriedade de a PF apenas atuar contra facções com algum pedido formal do governador do estado, medida vista como retirada de atribuições da PF.

O relator Guilherme Derrite, que se licenciou do cargo de secretário de Segurança de São Paulo apenas para relatar esse projeto, sempre negou que tentou tirar as prerrogativas da PF.

Outra mudança do relator retirou a previsão de incluir as facções na Lei Antiterrorismo, o que poderia, segundo o governo e especialistas, ser usado por nações estrangeiras para intervirem em assuntos internos do Brasil.

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Avelino reitera pedido de modernização da iluminação pública na Cabeceira do Apa

O vereador Vanderlei Avelino solicitou, por meio de uma indicação apresentada na sessão de 11 de novembro, na Câmara Municipal de Ponta Porã, que a prefeitura efetue a troca de lâmpadas por iluminação de LED, nas ruas do distrito de Cabeceira do Apa.

O parlamentar já havia solicitado este benefício anteriormente por meio da outra indicação, a de número, 50/2025.

“A indicação tem por objetivo solicitar que feita a troca de lâmpadas por LED nas ruas do Distrito de Cabeceira do Apa, por se tratar de uma iluminação pública adequada. Neste sentido é fundamental para garantir a segurança dos cidadãos, prevenir acidentes e coibir a prática de crimes. Além disso, uma boa iluminação nas ruas também melhora a mobilidade urbana, permite uma maior convivência social e valoriza a área, contribuindo para o desenvolvimento local e a qualidade da vida dos moradores”.

Quebras-molas

O parlamentar também apresentou indicação solicitando o pedido de implantação de uma quebra–molas na Avenida Brasil, n.º 530 em frente à distribuidora de bebidas.

Segundo ele, “esta indicação tem por objetivo solicitar que seja implantado um quebra-molas pois possui um intenso fluxo de veículos e pedestres, sendo comum o excesso de velocidade de alguns motoristas, o que aumenta o risco de acidentes. A instalação do quebra-molas visa garantir maior segurança aos moradores, comerciantes e demais usuários da via, prevenindo ocorrências e proporcionado melhor ordenamento do trânsito local”.

As indicações lidas em Plenário na sessão der 11 de novembro, na Câmara Municipal, foram encaminhadas ao prefeito Eduardo Campos com cópias ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos, e ao secretário de Segurança Pública e Agetran, Cândido Felix Souza Gabínio.

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Ponta Porã realiza Seminário Cidades Sustentáveis

Evento será no dia 19 de novembro com debates sobre meio ambiente, saúde e saneamento

O município de Ponta Porã será sede, no dia 19 de novembro, do Seminário Cidades Sustentáveis, que reunirá autoridades locais e estaduais, técnicos e profissionais de diversas áreas para debater temas ligados ao meio ambiente, saúde e saneamento. O evento acontece durante todo o dia, no Centro Internacional de Convenções de Ponta Porã, e deve reunir cerca de 200 participantes.

A abertura oficial contará com a presença do prefeito Eduardo Campos, do secretário adjunto da Semadesc, Artur Falcette, do presidente da Sanesul, Renato Marcílio, e do presidente da MS Pantanal, Gabriel Buim.

De acordo com a organização, o seminário tem como objetivo demonstrar, de forma prática e integrada, como projetos de recuperação de corpos d’água e áreas degradadas representam investimentos diretos na melhoria da qualidade da água e na segurança hídrica regional. Outro foco é destacar como a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE) no tema do saneamento ambiental se tornou uma estratégia de alto impacto para prevenir doenças, ampliar a eficácia dos investimentos em infraestrutura e fortalecer o conceito de Saúde Única de forma prática e mensurável.

O evento também pretende evidenciar como a convergência entre tecnologias inovadoras, o Novo Marco do Saneamento e a gestão eficiente dos recursos hídricos e materiais é essencial para transformar o saneamento em base de cidades economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente responsáveis.

A cooperação entre Brasil e Paraguai será outro ponto de destaque do seminário. Segundo os organizadores, essa relação vai além do comércio e da energia — trata-se de uma parceria estratégica pela sustentabilidade. O sucesso de Itaipu é citado como exemplo de governança conjunta, e o desafio atual é ampliar esse modelo colaborativo para áreas críticas, como a gestão das águas compartilhadas, a crise dos resíduos e as mudanças climáticas.

O público-alvo inclui prefeitos, gestores públicos de saúde, técnicos de saneamento, profissionais de meio ambiente e desenvolvimento urbano, além de coordenadores da Estratégia Saúde da Família (ESF), Vigilância Sanitária e Epidemiológica, ACS e ACE, representantes de concessionárias de água e esgoto, ONGs, estudantes e lideranças comunitárias.

Programação dos Painéis

7h30 – Abertura Oficial

Com fala das autoridades presentes.

Painel 1 – 8h30: Saneamento, Resíduos e Cidades Sustentáveis – Integração, Avanços e Inovação – Com Artur Falcette (Secretário-Adjunto de Meio Ambiente de MS) e Leopoldo Godoy (Diretor de Engenharia e Meio Ambiente).

Painel 2 – 10h00: Reconectando a Cidade com a Água: Restauração de Córregos, Qualidade Hídrica e Segurança para o Futuro – Com Thiago Vedana (Secretário de Meio Ambiente de Ponta Porã), Joanilson Santos (Secretário de Obras e Urbanismo) e Clayton Bezerra (Diretor-Executivo da Ambiental MS Pantanal).

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Homem ferido com várias facadas na Ferroviária morre no Regional




Morreu no final da noite de ontem no Hospital Regional de Ponta Porã, Anderson Alves, conhecido como Dinho que tinha sido ferido com diversas facadas durante uma briga. A confusão aconteceu na região da Vila Ferroviária em Ponta Porã e Dinho ainda foi socorrido.

Levado para o Hospital Regional em estado crítico ele morreu quando era atendido. A Polícia Civil de Ponta Porã investiga o caso.


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Prefeitura apresenta Projeto de Lei de Inovação a vereadores de Ponta Porã

Discussão antecipada busca ampliar transparência e fortalecer implantação do Parque Tecnológico Internacional

A gestão do prefeito Eduardo Campos apresentou nesta sexta-feira (14) o Projeto de Lei de Inovação aos vereadores de Ponta Porã, em reunião realizada na Câmara Municipal. O objetivo foi discutir o texto antes de sua finalização e posterior envio para análise e votação em plenário. A apresentação foi conduzida pelos secretários Paula Consalter Campos (Governo e Comunicação), Fabricio Cervieri (Fazenda e Planejamento Orçamentário) e Raquel Lageano Quintino (Desenvolvimento Integrado), acompanhados de João e Isa, representantes da Fundação CERTI, de Florianópolis.

O presidente da Câmara, Agnaldo Pereira Lima, ao lado dos vereadores Marcelino Nunes, Jelson Bernabé, José Menino Júnior, Vanderlei Avelino, Lourdes Monteiro, Anny Espínola, Edevaldo Mattozo Barbosa, Biro Biro e Gabriel Arce, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento econômico e social tanto do município quanto da região de fronteira. Ele ressaltou que ouvir os parlamentares antes da conclusão do texto valoriza o legislativo e amplia o debate sobre a melhor formatação da legislação.

A secretária Paula Consalter Campos reforçou que o governo busca garantir um processo transparente e participativo. Segundo ela, a Fundação CERTI, que apoia a implantação do Parque Tecnológico Internacional (PTIn), oferece experiência de mais de 40 anos em ciência, tecnologia e inovação. “Não queremos apenas inaugurar um prédio, mas consolidar uma instituição capaz de gerar impacto real no território de Ponta Porã, urbano e rural”, afirmou.

Paula explicou que o projeto foi construído com base em escuta ativa envolvendo universidades, Sistema S e diversas instituições, com o objetivo de criar um sentimento de pertencimento e transformar o PTIn em uma política de Estado. A proposta prevê governança sólida e autonomia futura da estrutura, garantindo continuidade independente de mudanças administrativas. “Estamos incorporando à lei as melhores práticas nacionais e internacionais. A discussão com a Câmara é essencial para ampliar a transparência e aprimorar o texto”, concluiu.

A secretária também destacou o histórico da Fundação CERTI, instituição sem fins lucrativos fundada em 1984 em Florianópolis, reconhecida pela expertise em desenvolvimento tecnológico e inovação, com atuação em áreas como Indústria 4.0, Inteligência Artificial, bioeconomia, mecatrônica, energia e empreendedorismo.

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