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Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 12 milhões




Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.947 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (4). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 12 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 04 – 10 – 15 – 37 – 39 – 44

86 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 14.699,14 cada

2.287 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 911,11 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (MS) de sábado (6), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. Para o bolão, o sistema fica disponível até às 20h30 no portal Loterias Caixa e no aplicativo Loterias Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.


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Abertura da EXPOITA 2025 resgata a tradição de grandes eventos em Itaporã

Com a presença de um grande público e de diversas autoridades, a Exposição Agropecuária de Itaporã a EXPOITA 2025, foi aberta na noite desta quinta-feira (4), no Parque de Exposições Messias Cordeiro da Silva. Autoridades políticas, empresariais, empresários e o público em geral prestigiaram o evento.

A noite também marcou o início da competição do rodeio profissional com a etapa do MD Super Bulls. As montarias em touros levantaram o público e levou emoção a arena coberta montada para a o evento. Logo depois as artistas pratas da casa fizeram suas apresentações, mostrando a valorização dos talentos de Itaporã. Com a EXPOITA 2025, a cidade resgata a tradição de grandes eventos que atraem a atenção de moradores de cidades de toda a região.

Sonho realizado

Falando na abertura oficial o prefeito Tiago Carbonaro disse que o evento que faz parte dos 72 anos de emancipação da Cidade do Peixe, era um sonho realizado. Ele contou que cresceu vendo as grandes festas sendo realizadas na cidade e que nos últimos tempos não havia nada no calendário que lembrasse os bons tempos em que Itaporã era o ponto de encontro de toda a região.

“Hoje estamos trazendo de volta a tradição de ter na cidade grandes eventos que movimentavam a economia, geravam emprego, renda e entretenimento para nossa gente. Hoje vemos esta praça de alimentação lotada, um parque de exposições como nunca se viu antes, pessoas felizes e uma grande expectativa para os próximos dois dias de festa”, comemorou o prefeito.

Programão desta Sexta-feira (5)

Abertura do parque ao público as 9 da manhã, 09h50: Palestra – Gestão de Risco na Agricultura com Thiago Montorio – Assessor de Inteligência de Negócios de Insumos Agropecuários na Coamo Agroindustrial Cooperativa. (Estande da Prefeitura Municipal de Itaporã).

10h às 10h50: Palestra – Manejo Consórcio Milho/Braquiaria com Gessi Cecon – Analista na Embrapa Agropecuária Oeste – Dourados/MS. (Estande da Prefeitura Municipal de Itaporã).

14h às 14h50: Palestra – Cultura da Mandioca de Mesa com Douglas Pellin – Mestre e Doutor em Produção Vegetal – AGRAER. (Estande da Prefeitura Municipal de Itaporã)

15h às 15h50: Palestra – Matéria Orgânica e Manejo da Fertilidade de Solo com Ricardo Michelan – Engenheiro Agrônomo. (Estande da Prefeitura Municipal de Itaporã).

16h: Solenidade de assinatura de obras no município de Itaporã – Gabinete do Prefeito. (Estande da Prefeitura Municipal de Itaporã)

18h: Abertura do Parque de diversões (Funcionamento das 18h às 22h). 19h30: Realização do Rodeio MD Super Bulls. (Após o Rodeio, shows com João Lucas e Walter Filho, Alex & Yvan).

Programação de sábado (6)

09h: Abertura do Parque de Exposições ao público. 18h: Abertura do Parque de diversões (Funcionamento das 18h às 22h). 19h: Solenidade oficial de abertura da 1ª EXPOITA 2025 (Arena do Rodeio com Sindicato Rural e autoridades). 21h: Final do Rodeio – MS Super Bulls. (Após o Rodeio, shows com Edson & Hudson e Lendas 67)

A EXPOITA 2025 é uma realização do Sindicato Rural de Itaporã, em parceria com a da Prefeitura Municipal de Itaporã, produção da OPA Organização de Eventos, e conta com o apoio da senadora Soraya Thronicke, do deputado estadual Coronel David, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, da SETESC (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura) e do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

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Após adiamentos, Banco Central desiste de regular Pix Parcelado

Após sucessivos adiamentos, a diretoria do Banco Central (BC) decidiu abandonar a criação de regras específicas para o Pix Parcelado. A decisão foi comunicada nesta quinta-feira (4), em Brasília, durante a reunião do Fórum Pix, comitê que reúne cerca de 300 participantes do sistema financeiro e da sociedade civil.

Além de desistir da regulação, o BC proibiu as instituições financeiras de utilizarem o nome Pix Parcelado. No entanto, termos similares – como Pix no crédito ou Parcele no Pix – continuam permitidos.

Inicialmente previstas para setembro, a obrigatoriedade do Pix Parcelado e a padronização das normas foram adiadas para o fim de outubro e posteriormente para novembro.

A modalidade, que funciona como uma linha de crédito com juros oferecida pelos bancos, já está disponível no mercado e seria regulamentada para aumentar a transparência aos usuários.

Falta de padronização

O Pix parcelado permite que o consumidor parcele um pagamento instantâneo, recebendo o valor integral no ato, enquanto o cliente arca com juros. Cada banco define livremente taxas, prazos, forma de cobrança e apresentação do produto. A ausência de uniformização, segundo especialistas, aumenta o risco de endividamento.

Apesar de nomes que sugerem semelhança com o parcelamento tradicional do cartão de crédito, a modalidade é um empréstimo que cobra juros desde o primeiro dia.

As taxas têm girado em torno de 5% ao mês, enquanto o Custo Efetivo Total (CET) chega a aproximadamente 8% mensais. A contratação costuma mostrar os custos apenas na etapa final. As regras sobre atrasos nem sempre são claras. Em muitos casos, o pagamento das parcelas aparece na fatura do cartão, embora o produto não seja um parcelamento tradicional.

Críticas

Em nota, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), que acompanhou a reunião do Fórum Pix, classificou como “inaceitável” a decisão do BC de não estabelecer padrões para operações de crédito associadas ao Pix. A entidade afirma que a ausência de regras cria um ambiente de “desordem regulatória”, favorece abusos e amplia o risco de superendividamento.

Segundo o Idec, mesmo com a proibição do nome Pix Parcelado, a mudança é meramente cosmética. “O consumidor continuará exposto a produtos de crédito heterogêneos, sem transparência mínima, sem salvaguardas obrigatórias e sem previsibilidade sobre juros ou procedimentos de cobrança”, afirma o texto.

O Idec avalia que o Banco Central “optou por não enfrentar um problema que já está em curso”, delegando ao mercado a responsabilidade pela autorregulação. Segundo o Idec, a falta de regulação tende a deixar famílias ainda mais vulneráveis.

O Idec destaca que, por estar associado à marca mais confiável do sistema financeiro brasileiro, o Pix parcelado tende a induzir decisões impulsivas. A entidade lembra que o Brasil já vive um cenário preocupante de superendividamento e que a modalidade pode agravar esse quadro ao misturar pagamento e crédito sem deixar claros os riscos.

“O Pix nasceu para democratizar pagamentos. Transformá-lo em porta de entrada para crédito desregulado coloca essa conquista em risco”, alerta a instituição, que promete continuar pressionando por regras que garantam padronização, segurança e transparência ao consumidor.

Fiscalização incerta

Embora o BC tenha vetado o uso das marcas Pix Parcelado e Pix Crédito, não há clareza sobre como o regulador fiscalizará a aplicação dessas diretrizes. Durante o Fórum Pix, representantes da autarquia informaram que acompanharão o desenvolvimento das soluções oferecidas pelos bancos, mas sem impor padrões específicos.

Para entidades de proteção ao consumidor, essa postura abre espaço para que produtos semelhantes funcionem de formas completamente distintas entre instituições, dificultando a comparação e aumentando a probabilidade de contratações inadequadas.

Ajustes

Nos últimos meses, a expectativa era de que o Banco Central publicasse regras para harmonizar a oferta da modalidade, determinando informações obrigatórias – como juros, IOF e critérios de cobrança – e estabelecendo padrões mínimos de transparência. Os adiamentos na regulação refletiam um impasse entre o BC e os bancos, que defendiam mudanças na proposta original da área técnica.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) declarou ser favorável à existência de regras, mas negou ter pressionado o BC pela suspensão da regulamentação. A federação, entretanto, reconheceu ter pedido ajustes no texto em discussão e alegou que não havia urgência.

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Casa Civil reforça articulação com municípios e inicia planejamento estratégico para 2026

Secretários e agentes municipais da Casa Civil de Mato Grosso do Sul se reuniram nesta semana para alinhar ações que visam fortalecer a presença do Governo do Estado nos municípios do interior. O encontro marca o segundo ciclo de reuniões sob a gestão do secretário Walter Carneiro Júnior, que assumiu recentemente o comando da pasta.

Durante a reunião, foi oficializada a nomeação de Tiago Mariano como secretário-executivo de Gestão Política no Interior. Ele destacou que o trabalho está voltado para a construção do planejamento estratégico de 2026 e para a criação de um calendário integrado de ações municipais. “A proposta é organizar um cronograma permanente de visitas e agendas, permitindo que a Casa Civil esteja cada vez mais próxima das gestões municipais”, explicou Tiago Mariano.

Segundo ele, a intenção é aproximar os agentes regionais da estrutura estadual, garantindo que as demandas identificadas “na ponta” sejam rapidamente encaminhadas às áreas responsáveis.

Walter Carneiro Júnior reforçou o papel da Casa Civil como elo entre municípios e Governo. “Os agentes estão na base, conhecem de perto as necessidades das cidades. Nosso compromisso é ampliar essa ponte, assegurando que as demandas cheguem e retornem com soluções efetivas”, afirmou o secretário.

Avaliação e novos rumos

O encontro também marcou o início das avaliações do terceiro ano de Governo de Eduardo Riedel, com foco no balanço das ações já desenvolvidas e na construção do planejamento para 2026. A secretaria-executiva de Gestão Política do Interior terá papel central nesse processo, coordenando o fortalecimento do trabalho dos agentes regionais em parceria com prefeituras, câmaras de vereadores e órgãos estaduais.

As reuniões com os agentes passarão a ser mensais, na sede da Casa Civil. Eles também terão autonomia para se deslocar à Capital sempre que necessário para acompanhar prefeitos, vereadores e demais gestores municipais. Paralelamente, a secretaria-executiva do Interior iniciará uma agenda de visitas aos municípios, para acompanhar de perto a atuação dos órgãos estaduais e dialogar com lideranças locais.

Tiago Mariano lembrou ainda que a equipe participa da construção da agenda do Governo estadual no interior, reforçando a necessidade de integração contínua com os municípios. “Vamos trabalhar cada vez mais para aproximar os gestores municipais do Governo do Estado e garantir agilidade no atendimento das demandas regionais”, completou.

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No Amazonas, 62% da exploração madeireira é feita ilegalmente

Dos 68 mil hectares em que há exploração madeireira no Amazonas, 42 mil não tinham autorização dos órgãos ambientais para a atividade, de acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) pelo instituto de pesquisa Imazon. Isso significa que 62% da área com retirada de madeira no estado é ilegal.

Realizada anualmente pela Rede Simex, composta por três organizações ambientais – ICV, Imaflora e Imazon -, a pesquisa mapeou a extração madeireira no estado por meio de imagens de satélite e cruzou com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos ambientais, abrangendo o período de agosto de 2023 a julho de 2024.

Em relação ao levantamento passado (agosto/2022- julho/2023), quando 38 mil hectares tiveram exploração de madeira sem autorização, houve um aumento de 9% na área com retirada ilegal.

Pesquisadora do Programa de Monitoramento da Amazônia do Imazon, Camila Damasceno avalia que a alta é extremamente preocupante já que a exploração ilegal de madeira acaba financiando outros crimes ambientais, como as queimadas e o desmatamento.

“Além disso, também prejudica o mercado legalizado de madeira, que faz a remoção das árvores por meio do manejo florestal sustentável e gera empregos e impostos para o Amazonas”, acrescentou.

Em relação à exploração de madeira autorizada, o Amazonas passou de 11,3 mil hectares entre agosto de 2022 e julho de 2023 para 26,1 mil hectares entre agosto de 2023 e julho de 2024, o que representa uma alta de 131%.

Boca do Acre

Apenas dois municípios do sul do estado – Boca do Acre e Lábrea – concentram 75% de toda a exploração de madeira ilegal do Amazonas. Líder do ranking, Boca do Acre teve 20,5 mil hectares de exploração irregular, enquanto Lábrea teve 10,9 mil hectares com retirada de madeira ilegal.

“Esses municípios ficam dentro da região de expansão agropecuária chamada de Amacro, na divisa do Amazonas com o Acre e com Rondônia. Por isso, alertamos que a extração de madeira nesses territórios pode indicar o desmatamento futuro para a grilagem ou para a produção de grãos e de gado, o que reforça a necessidade de ampliar a fiscalização nesses municípios e barrar a entrada de produtos ilegais no mercado”, alertou Camila.

Terras protegidas

A exploração ilegal de madeira, afirmou a pesquisadora, invade áreas protegidas do estado, como terras indígenas e unidades de conservação, o que é uma preocupação não apenas em relação à degradação ambiental, mas à sobrevivências das comunidades que ocupam esses locais.

“A entrada de invasores para retirada de madeira desses territórios ameaça os povos e comunidades tradicionais, que dependem da floresta em pé para manter seu modo de vida”, explicou Camila.

O levantamento apontou que 13% da retirada de madeira irregular (5,6 mil hectares) ocorreu em áreas protegidas, sendo 9% em terras indígenas (3,9 mil hectares) e 4% em unidades de conservação (1,6 mil hectares). Houve queda de 19% na exploração ilegal em áreas protegidas em relação ao estudo anterior, quando foram mapeados 6,9 mil hectares, dos quais 6,4 mil em terras indígenas.

Apesar da redução, a retirada irregular atingiu uma área superior a 5 mil campos de futebol dentro das áreas protegidas. O Imazon ressalta que, além das emissões de carbono resultantes da degradação, há perda de biodiversidade e conflitos sociais com a extração ilegal de madeira.

Os imóveis rurais presentes em bancos de dados públicos, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) e o Programa Terra Legal, foram responsáveis por 32,5 mil hectares da área com exploração irregular de madeira, o que representa 77% do total. Segundo avaliação do Imazon, esse resultado mostra que os órgãos públicos têm dados para fiscalizar e punir a atividade ilegal nessas áreas.

Outra categoria que chamou a atenção dos pesquisadores em relação à retirada ilegal de madeira no Amazonas é a de florestas públicas não destinadas (FPNDs), com 3,3 mil hectares (8%). As FPNDs são áreas de floresta de domínio público (União, estados ou municípios) que ainda não tiveram seu uso oficialmente definido, seja como unidade de conservação ou terra indígena.

“Por isso, destinar essas terras a povos e comunidades tradicionais ou à conservação é uma ação urgente de proteção do patrimônio público e ambiental dos amazonenses e dos brasileiros”, concluiu o instituto.

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“O Brasil nos levou ao Paraguai”, afirma seu CEO • RM Paraguay S.A.


A histórica marca brasileira Lupo inaugurou uma nova fábrica têxtil em Ciudad del Este, impulsionada pelas pesadas cargas tributárias no Brasil após a lei 14.789/2023. Sua CEO, Liliana Aufiero, afirmou que a pressão fiscal “empurrou” a empresa para o Paraguai, onde o regime de maquila permite operar com custos 28% menores. O investimento chega a US$ 5,6 milhões e permitirá produzir até 20 milhões de pares de meias por ano, gerando cerca de 110 empregos. Em um mercado cada vez mais competitivo, a Lupo busca no Paraguai eficiência, custos menores e condições para continuar crescendo sem perder rentabilidade.

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Programas de saúde ampliam vagas para incluir mais beneficiados em MS

A Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) ampliou para 2.500 as vagas dos programas Cuidar de Quem Cuida e MS Supera. As decisões foram publicadas nesta sexta-feira (5) no Diário Oficial do Estado.

Conforme o Decreto nº 16.702, o número de beneficiários do Cuidar de Quem Cuida será definido anualmente, conforme previsão orçamentária, até o teto de 2.500 benefícios por mês. Outra mudança, é que agora a família pode acumular o recebimento do Cuidar de Quem Cuida com o incentivo financeiro-educacional do programa Pé-de-Meia, dentre outros benefícios.

O Cuidar de Quem Cuida contribui com a promoção da dignidade da pessoa humana mediante o pagamento de R$ 900 por mês a cuidadores não remunerados de pessoas com deficiência com dependência grau II e III, visando à melhoria da qualidade de vida das famílias vulnerabilizadas pela pobreza e pela exclusão social.

Grau de dependência nível II se aplica para pessoas com dependência em até três atividades de autocuidado para a vida diária, tais como: alimentação, mobilidade, higiene, sem comprometimento cognitivo ou com alteração cognitiva controlada.

O grau de dependência nível III abrange pessoas com deficiência que requeiram assistência em todas as atividades de autocuidado para a vida diária e ou com comprometimento cognitivo.

A decisão do governador Eduardo Riedel e da secretária Patrícia Cozzolino (Sead) sobre o Cuidar de Quem Cuida está na página 3 do Diário Oficial.

MS Supera

A outra mudança foi a ampliação de 2.200 para 2.500 vagas no MS Supera. A Resolução Sead nº 128, publicada na página 15, fixa em 2.500 o quantitativo de bolsas para o Programa MS Supera para o exercício de 2026.

O MS Supera concede benefício social no valor de 1 salário mínimo a estudantes de baixa renda visando a estimular a permanência nos cursos universitários públicos e particulares e de educação profissional técnica e reduzir a evasão escolar.

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Carro é apreendido com perfumes, brinquedos e cigarros contrabandeados




Durante patrulhamento e fiscalização de trânsito na MS-145, em Angélica, a PMR (Polícia Militar Rodoviária) visualizou um veículo GM/Vectra, vermelho, trafegando em alta velocidade pela BR-267, aparentando estar carregado e com vidros escuros. Diante da fundada suspeita, foi iniciado acompanhamento tático, culminando na abordagem do automóvel.

Os militares deram ordem de parada e durante a vistoria, constataram que o veículo transportava mercadorias de origem estrangeira sem o devido desembaraço aduaneiro, configurando, em tese, crime de descaminho.

O veículo foi encaminhado à Base Operacional para conferência minuciosa da carga, onde foram identificados 12 volumes de perfumes, seis volumes de brinquedos, sete volumes de embalagens para brinquedos e dez pacotes de cigarros.

A equipe entrou em contato com a PF (Polícia Federal) de Dourados, sendo orientada a encaminhar o veículo e a mercadoria à Receita Federal, em data a ser agendada.

O prejuízo total ao crime foi estimado em R$ 38,4 mil.


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O Paraguai acelera seu caminho rumo a OCDE com o apoio do BID e foco na modernização do Estado • RM Paraguay S.A.


O Banco Interamericano de Desenvolvimento reafirmou seu apoio ao processo de aproximação do Paraguai à OCDE, destacando que a modernização institucional é fundamental para o desenvolvimento sustentável. Anabel González, vice-presidente do organismo, ressaltou que o Paraguai avança em reformas como a profissionalização do serviço público e a digitalização do Estado, pilares essenciais para melhorar a eficiência, a transparência e a confiança dos cidadãos. Com uma agenda alinhada aos padrões internacionais e um roteiro que inclui melhor gestão, regulamentação e supervisão, o país busca se posicionar como referência regional em modernização pública e fortalecer sua atratividade para investimentos.

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AMPLAVISÃO: O futuro de Simone, emendas, as pérolas do Enem

CALMA!  Apesar das pesquisas, de projeções questionáveis ou não, ainda é cedo para  uma visão segura do quadro eleitoral no Mato Grosso do Sul. A movimentação das lideranças deve terminar apenas no período da janela partidária. Também aqui, nosso pleito fica dependente da sucessão presidencial, cujo estagio o leitor conhece bem.

DINHEIRO: ‘Tira coelho da cartola, influencia candidatos indecisos, viabiliza a montagem de chapas proporcionais e sustenta toda aquela estrutura necessária para a candidatura deslanchar. Até a janela partidária tudo irá se resolver por aqui.  Não esqueçam a grana do Fundão. Enfim, dinheiro não vai faltar. Mas pode não resolver. ” 

COMPROMETIDAS:  O quadro partidário nacional, marcado pelo antagonismo de ‘esquerda e direita’ coloca as duas forças em cheque. Isso reflete também aqui, com as respectivas lideranças tentando se aproveitar ao máximo de fatos e colocando o tempêro   crítico nas suas narrativas. É assim que se caracteriza o dia a dia da pré-campanha.

VALE TUDO: Líder nas pesquisas ao Governo do Paraná, o senador Sergio Moro não tem vida fácil. O ministro Flavio Dino (STF) determinou a apreensão de documentos na 13ª. Vara Federal, (Lava Jato) que era comandada por Moro. É a política misturada à nossa justiça. Mas o que será que o eleitor paranaense está achando disso?

‘COINCIDÊNCIAS’: O PT do Paraná em sérias dificuldades para tentar reverter o quadro eleitoral. A poderosa ministra paranaense Gleisi Hoffmann, demonstra inconformismo com as projeções eleitorais em seu Estado e usa de seu prestígio por onde transita. Mas isso poderá até vitimizar o senador com o tiro saindo pela culatra.

‘DEMOCRACIA’: A decisão do ministro Gilmar Mendes (STF) em restringir à PGR – o poder de abrir processo de impeachment contra os membros da Corte e elevar o quórum no Senado de um terço para dois terços para se admitir e receber denuncia contra membros do Judiciário, é vista como medida preventiva do ‘Supremo’ com relação ao as eleições de 2026. Seguro morreu de velho.  

TRANSITÓRIO? Nas conversas no saguão da Assembleia Legislativa questiona-se o período que o ex-deputado capitão Contar permanecerá no PL. Fala-se que a adesão duraria só até o início da janela partidária. Embora junto com o Reinaldo, inexiste cumplicidade entre ambos. Vídeos no ‘face’ mostram Contar criticando Reinaldo. 

INSISTO: Quase sempre o eleitor brasileiro não tem memória. Incrível. Mas com o advento da internet c uso do celular, há chances de mudança de postura por parte dos ‘esquecidos’. A previsão é de guerras entre candidatos com postagens apimentadas, como aliás já ocorre envolvendo a administração municipal de Campo Grande.

A PARTILHA: A guerra pelo seu espólio eleitoral de Bolsonaro apresenta fatos ‘previsíveis’ envolvendo sua mulher e filhos do ex-presidente. Aliás, Michelle mostrou força no episódio com Ciro Gomes, deixando Flavio, Carlos e Eduardo Bolsonaro de saia justa. Para o deputado coronel Davi (PL) Michelle é protagonista, está inserida na sucessão presidencial.

OPINIÕES: Para os observadores, Michelle não seria peça de enfeite, simplesmente descartável no processo sucessório. Ela vem percorrendo o pais e deixando a melhor das impressões entre lideranças femininas do centro e direita. Muitos entendem que ela seria o nome ideal como candidata a vice-presidente de Tarcísio de Freitas ao Planalto.

DERRAPÕES: Valdemar da Costa não combinou com Michelle antes de costurar a aliança do Ciro Gomes. Lembrando que no passado o político cearense, no episódio das joias do Planalto, chamou Bolsonaro de ‘ladrão de galinha’. Aí a ex-primeira dama reagiu como referência e não uma simples apoiadora tipo ‘Maria Vai Com as Outras’.  

DUAS NEGATIVAS: O Governo não reiniciará as obras da UFN3 de Três Lagoas. Azar de Simone Tebet que seria beneficiada politicamente. ‘Estranhas’ as emendas milionárias da senadora Soraya endereçadas à ONGs do Rio de Janeiro. Será que essa grana não seria mais útil para entidades e prefeituras daqui? É pra rir ou chorar?

SIMONE: Um grupo de petistas do gabinete presidencial defende o nome da nossa ministra para o STF. Assim, o Planalto contemplaria o MDB, seu aliado, e daria mais espaço às mulheres naquela corte.  Evidente que toda essa costura vai depender de muitos fatores, mas o caso merece ser inserido no rol das possibilidades.  

IMPREVISTOS: Possíveis escândalos, acidentes fatais; a saúde de Lula; a missão de Geraldo Alckmin em São Paulo, ambições de petistas do núcleo do poder, cobrança da cara fatura do MDB pela fidelidade ao Planalto, a guerra pelo comando do Senado; as relações com o STF, o desempenho de Guilherme Boulos no Governo.

ENCRENCA: O episódio recente envolvendo o vereador Marquinhos Trad (PDT)  a prefeita Adriane Lopes (PP) e a ex-deputada  Rose Modesto (PSDB), mostra que o processo eleitoral deve ficar efervescente nesta virada de ano. . É certo que novos capítulos virão neste contexto político partidário. Isso se chama política.

DE NOVO: As previsões apontam que deve se repetir em 2026 a onda de fake news que inundou as redes sociais nas últimas eleições. As imagens dos candidatos com seus números alterados foram compartilhadas pelos cabos eleitorais, principalmente em grupos de WhatsApp. Por mais que a Justiça se aprimore, será difícil evitar os golpes.

EMENDAS PIX: Rodolfo Nogueira R$13.538.250,00; Dagoberto Nogueira R$ 12.016.611,00; Luiz Ovando R$11.308.758,12; Marcos Pollon R$11.105.812,08; Beto Pereira R$6.756.750,00; Camila Jara R$3.663.000,00; Vander Loubet R$ 1.089.000,00.  Geraldo Resende foi o único deputado que não utilizou esse tipo de emenda.

PODEROSOS: Os diretórios nacionais dos partidos podem intervir nos diretórios estaduais. Daí, não foi por acaso a recente declaração da ministra Simone Tebet sobre hipotética decisão do diretório estadual do MDB em negar-lhe o direito de disputar o Senado. Recado sutil de quem tem prestígio junto a direção nacional da sigla. Aí, Puccinelli fez a leitura do quadro desfavorável e recuou do embate.

PÉROLAS  DO  ENEM:

A insônia consiste em dormir ao contrário.

A capital de Portugal é Luiz Boa.

A natureza brasileira tem 500 anos e está se acabando.

A floresta amazônica está cheia de animais extintos.

O mundo não para de mudar, pois o tempo não para de passar.

A lenda é toda narrativa de um tema confuso.

O dia tem 24 horas, mas 8 delas são noite.

Somos roubados por pessoas escolhidas com esse propósito.

A ética precisa ser adquirida e consumida.

Um septuagenário é um losango de 7 lados.

Vamos mostrar que somos semelhantes iguais.

A água tem uma cor inodora.

A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva.

Depois de morto, Tiradentes foi decapitulado.

Zero é o único número que permite contar até um.

Os rios são formados por bacias esferográficas.

O objetivo da sociedade anônima é ter fabricas desconhecidas.

O nervo ótico transmite ideias luminosas para o cérebro.

O piloto que atravessa a barreira do som, nem percebe, pois não escuta mais nada.

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