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Igreja manda padre Júlio deixar de transmitir missas na internet

No último domingo (14), o padre Júlio Lancellotti anunciou em sua missa na Paróquia São Miguel Arcanjo, no bairro da Mooca, em São Paulo, que aquela seria a última transmissão da celebração na internet.

O sacerdote católico não explicou o motivo mas, segundo Denise Ribeiro, jornalista e voluntária que trabalha com o padre, o fim das transmissões é uma determinação da Arquidiocese de São Paulo. Ela conta que a ordem foi recebida na semana passada diretamente de Don Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo.

Diante da comoção gerada pela carta, Lancelotti publicou uma nota nesta terça-feira (16) refirmando a suspensão temporária da transmissão via internet. Entretando, ele diz que as missas continuam normalmente de forma presencial aos domingos, às 10h.

Em grupos de whatsapp católicos também circulou a informação de que Don Odilo teria informado a transferência do Padre Júlio da paróquia, onde está há 40 anos. Em seu comunicado, ele nega que isso vá acontecer: “Não procede a informação sobre a transferência da Paróquia São Miguel Arcanjo”.

Em contato com a Agência Brasil, o Padre Júlio disse: “recebo [a notícia do fim das transmissões] com resiliência e obediência”.

A Agência Brasil buscou contato com a Arquidiocese de São Paulo por email e por telefone, mas o órgão não respondeu. O espaço segue aberto para a manifestação da Igreja.

Oprimidos

O Padre Júlio Lancelotti é conhecido por seu trabalho junto à população em situação de rua, no qual promove acolhimento, assistência social e alimentação a quem necessita. O sacerdote ainda tem projetos de inclusão, acesso à leitura e à internet.

O religioso já foi bastante perseguido por políticos de direita. Em 2024, o vereador Rubinho Nunes propôs a criação de uma CPI para investigar o padre. O pedido foi negado.

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Após prisão de “olheiro” PRF apreende cocaína entre Ponta Porã e Dourados




A segunda apreensão de cocaína pela Polícia Rodoviária Federal – PRF de Dourados nesta terça-feira (16), somou cerca de 40 a 50 quilos da droga. A apreensão envolveu um veículo Jeep e resultou em prisão após uma denúncia anônima que alertou a PRF sobre um indivíduo monitorando o posto policial.

Quando a viatura se aproximou, o até então suspeito tentou fugir em uma motocicleta, mas caiu em um trecho de barro e foi abordado. O indivíduo alegou ter sido contratado por R$ 800 por um elemento conhecido como “muamba”, para avisar sobre as condições da pista e a passagem de veículos específicos. A cocaína estava escondida em compartimentos como a caixa de ar do veículo do traficante.

Ao todo, quatro pessoas foram presas nas operações desta segunda-feira, o motorista da carreta, e três ocupantes do Jeep, operação que teve início com a apreensão da carreta e terminou nesta terça-feira (16), com a abordagem do veículo de passeio. A PRF estima que o valor total da carga apreendida, somando as duas apreensões, ultrapasse R$ 8 milhões de reais no mercado final, representando um golpe financeiro considerável contra as organizações criminosas.


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Motorista é preso ao transportar cocaína em fundo falso de carreta na BR-163

Abordagem de rotina feita pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) na noite desta segunda-feira (15/12), terminou com grande apreensão de cocaína na BR-163, em Caarapó, e com a prisão do motorista de uma carreta bitrem onde a droga estava, em meio a carga lícita de milho que, segundo a polícia, tinha o estado do Paraná como destino. 

Conforme informações apuradas pela reportagem, durante revista no veículo, os agentes desconfiaram do comportamento do motorista, que ainda não teve a identidade divulgada. Visivelmente nervoso, ele levantou suspeitas, o que levou a equipe a realizar vistoria no veículo, e chegando ao compartimento oculto, onde a cocaína estava.

Foram apreendidos diversos tabletes de cocaína, com peso estimado entre 200 e 260 quilos. A droga ainda não havia sido pesada oficialmente até o fechamento desta matéria.

De acordo com as informações preliminares, o motorista seria natural do estado do Piauí. 

A polícia acredita que a droga teria como destino final o estado do Paraná, seguindo o mesmo trajeto da carga lícita. O motorista foi detido e encaminhado, juntamente com a carreta e a droga, para os procedimentos legais.

Agora, as investigações seguem para identificar outros envolvidos no esquema de tráfico interestadual.

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Agro cresce 18% em 2025 e consolida MS em posição estratégica no país

Mato Grosso do Sul encerra 2025 como um dos estados que mais avançaram no agronegócio brasileiro, impulsionado por uma safra recorde de 28 milhões de toneladas de soja e milho, crescimento de 18% no Valor Bruto da Produção e conquistas sanitárias que ampliam mercados. O desempenho, aliado a investimentos em logística e à expansão de novas cadeias produtivas, consolidou o estado como referência nacional em produtividade, sustentabilidade e competitividade. Além de registrar crescimento expressivo em produção e exportações, o estado atraiu novas indústrias, o que fortaleceu seu papel estratégico no agronegócio brasileiro e abriu espaço para novas fronteiras produtivas.

A atuação integrada entre Famasul, Senar/MS, CNA, Governo do Estado e órgãos federais resultou em avanços estruturantes que fortaleceram as cadeias produtivas e ampliaram a competitividade do estado no cenário nacional e internacional. Confira alguns avanços que ocorreram em 2025.

Produção e produtividade em alta

A safra 2024/25 registrou crescimento expressivo. Somadas, a soja e o milho alcançaram 28 milhões de toneladas, aumento de 35% em relação ao ciclo anterior, garantindo ao estado o 5º lugar no ranking nacional. A produtividade do milho foi o grande destaque, com avanço de 62% frente à safra 2023/24, marcada por forte quebra e produção de apenas 8,4 milhões de toneladas.

Esse movimento foi impulsionado também pela chegada e expansão das indústrias de etanol de milho. Na safra atual, Mato Grosso do Sul produziu 1,58 bilhão de litros do biocombustível, crescimento de 58% e estímulo direto à demanda por grãos.

Outras cadeias despontam com força no estado. A citricultura avança com projeção de 30 mil hectares de laranja, enquanto o amendoim mantém ritmo acelerado, com área plantada de 43,5 mil hectares e produção estimada em 173,7 mil toneladas.

O setor de florestas plantadas segue em grande expansão. A área de eucalipto superou 1,89 milhão de hectares, impulsionada pela expectativa de instalação de duas novas plantas industriais, sendo uma em Inocência e outra em Bataguassu, que devem ampliar a demanda por madeira nos próximos anos.

A adoção de práticas regenerativas e de manejo sustentável se intensificou em 2025. Sistemas integrados, rotação diversificada de culturas, manejo conservacionista do solo e estratégias de mitigação climática consolidaram uma agricultura mais resiliente e alinhada às exigências internacionais.

“Os produtores sul-mato-grossenses demonstraram mais uma vez sua capacidade de adaptação, investindo em tecnologias que elevam a produtividade e preservam o meio ambiente. Esse equilíbrio é a base do crescimento sustentável do nosso estado”, destaca Tamiris Azoia, coordenadora do departamento técnico da Famasul.

Proteínas animais

O abate de bovinos cresceu 4%, totalizando 4,1 milhões de cabeças, enquanto a suinocultura alcançou 3,5 milhões de animais abatidos, também com alta de 4%. A avicultura manteve estabilidade, com 186,2 milhões de aves abatidas (0,3% de aumento).

O Valor Bruto da Produção (VBP) alcançou aproximadamente R$ 84 bilhões, alta de 18% impulsionada pela combinação entre bom desempenho produtivo e valorização dos preços da maioria dos produtos. O PIB sul-mato-grossense deve encerrar o ano com crescimento de 6,8%, superando R$ 227 bilhões.

Exportações e competitividade em alta

As exportações do agronegócio acumularam crescimento de 4% entre janeiro e novembro, com faturamento de US$ 9,2 bilhões. A celulose lidera as vendas externas, representando 31% da receita e somando US$ 2,84 bilhões, 20% acima de 2024.

Em seguida vêm a soja em grãos, com US$ 2,33 bilhões (25% do total), e a carne bovina, que cresceu 51% e chegou a US$ 1,70 bilhão, consolidando a força do setor.

Infraestrutura e logística avançam com novos investimentos

O ano também foi marcado por avanços logísticos. A retomada do contrato de concessão da BR-163/MS, agora sob gestão da Motiva, prevê R$ 16,6 bilhões em investimentos ao longo de 29 anos, com duplicações, faixas adicionais, viadutos e áreas de descanso.

Outro projeto estratégico é a Rota da Celulose, que abrange cerca de 870 km de rodovias federais e estaduais, com investimentos estimados em R$ 10 bilhões, conectando regiões produtoras aos corredores de exportação.

A confirmação do leilão da Hidrovia do Rio Paraguai para 2026 representa mais um passo para reduzir custos logísticos, enquanto melhorias em aeroportos regionais ampliam o escoamento de cargas de maior valor agregado.

Citricultura ganha novo impulso do MS

A partir de 2024, e com desdobramentos ainda mais significativos em 2025, Mato Grosso do Sul avançou em políticas para consolidar a citricultura como uma nova fronteira produtiva. Com mais de 15 mil hectares já em produção e cerca de 7 milhões de mudas implantadas, o setor segue em rápida expansão no estado, que já projeta mais de 40 mil hectares adicionais em novos empreendimentos para os próximos anos.

A Lei Estadual nº 6.293/2024 instituiu um rigoroso controle fitossanitário ao proibir o plantio de murta, hospedeira do psilídeo transmissor do greening, e determinar sua erradicação e monitoramento, medida que foi rapidamente reforçada no âmbito municipal, com Ribas do Rio Pardo tornando-se o primeiro a regulamentar a “Lei do Citrus” (Lei nº 1.536/2025), seguido por Campo Grande, que aprovou a Lei nº 7.451/2025, estabelecendo proibições, fiscalização e multas. Além das ações legais, o setor passou a contar com apoio financeiro por meio de uma linha específica do FCO, que disponibiliza até R$ 20 milhões por ano para implantação e manutenção de pomares, com limite de 500 hectares por projeto.

Reconhecimento sanitário

Em maio, o Brasil conquistou o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, conferido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), em um reconhecimento histórico no qual a Famasul teve papel decisivo por sua atuação técnica no Comitê Gestor do PNEFA. O estado também manteve alto padrão sanitário em outras cadeias, permanecendo livre de Influenza Aviária, Doença de Newcastle, Peste Suína Africana e Peste Suína Clássica. “Esse reconhecimento internacional reforça a credibilidade da pecuária de Mato Grosso do Sul e abre novas portas no mercado global. É um marco coletivo, construído por produtores, entidades e instituições públicas”, afirma Marcelo Bertoni, presidente da Famasul.

PSA e segurança jurídica no Pantanal

A implementação do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) Bioma Pantanal foi um dos principais avanços ambientais de 2025, remunerando produtores pela conservação da vegetação nativa além do exigido por lei. Financiado pelo Fundo Clima Pantanal e operacionalizado pela Funar, vinculada à Famasul, o programa prevê pagamentos de R$ 55,47 por hectare ao ano, com limite de R$ 100 mil por propriedade. No primeiro edital, 59 propriedades foram contempladas, somando cerca de R$ 30 milhões em investimentos voltados à proteção do bioma e ao reconhecimento de práticas produtivas sustentáveis.

No mesmo período, a promulgação da Lei do Pantanal garantiu segurança jurídica, respeitou as particularidades da região e valorizou práticas sustentáveis adotadas há décadas pelos produtores rurais, reforçando um ambiente mais competitivo e sustentável para o agro de Mato Grosso do Sul.

Para 2026, a Famasul e o Senar/MS seguirão ao lado do produtor rural, promovendo capacitação, fortalecendo a defesa sanitária e trabalhando para garantir um ambiente cada vez mais competitivo, sustentável e seguro para quem produz em Mato Grosso do Sul.

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Sicredi Centro-Sul MS/BA conclui união estratégica e reforça posição entre as maiores cooperativas

A Sicredi Centro-Sul MS/BA concluiu, nesta segunda-feira (15), o processo de união estratégica que marca um novo capítulo para o cooperativismo em Mato Grosso do Sul e na Bahia. A partir desta data, os municípios de Maracaju, Jardim, Bonito, Nioaque, Guia Lopes da Laguna e Porto Murtinho passam a integrar a área de atuação da Cooperativa.

Com a homologação, os associados dessas localidades passam a fazer parte de uma das 10 maiores cooperativas do Sistema Sicredi, reconhecida pela solidez e pelo desempenho entre as mais de 100 cooperativas do país. A Sicredi Centro-Sul MS/BA é líder em recursos e operações na Central Sicredi Brasil Central (BRC) — a unidade regional que apoia cooperativas de Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal, reforçando sua posição como referência em gestão eficiente e sustentável.

Com a nova estrutura, a Sicredi Centro-Sul MS/BA passa a atender mais de 185 mil associados, com 60 agências — 52 em Mato Grosso do Sul e 8 na Bahia — e uma equipe superior a mil colaboradores. A Cooperativa administra ativos acima de R$ 9,7 bilhões, além de R$ 7,1 bilhões em carteira de crédito, R$ 7,4 bilhões em depósitos totais e R$ 1,3 bilhão em patrimônio líquido. A área de atuação chega a 98 municípios, sendo 44 em Mato Grosso do Sul e 54 na Bahia, reforçando sua capacidade de investimento, inovação e crescimento sustentável.

Segundo o presidente da Cooperativa, Paulo Roberto Neves, a união fortalece a presença regional e amplia a capacidade de atendimento aos associados. “Expandimos consideravelmente nossa área de atuação nos últimos anos e hoje estamos entre as dez maiores cooperativas do sistema Sicredi. A união de forças amplia nossa capacidade de atendimento e cria oportunidades para um futuro ainda mais promissor para os associados e para as comunidades onde atuamos”, destacou.

Resultados compartilhados com os associados

O cooperativismo de crédito oferece vantagens únicas para quem faz parte desse modelo, como a possibilidade de participar ativamente do negócio e receber benefícios proporcionais à sua participação. Para valorizar essa participação, a Sicredi Centro-Sul MS/BA remunera o Capital Social com os Juros ao Capital, pagos anualmente conforme definido em assembleia. Esse rendimento é calculado sobre o valor médio das cotas mantidas ao longo do ano e creditado diretamente na conta capital.

A Sicredi Centro-Sul MS/BA realizou recentemente o pagamento dos juros ao capital social, totalizando mais de R$ 33 milhões distribuídos aos associados. A distribuição ocorreu da seguinte forma: R$ 29 milhões destinados aos associados da Sicredi Centro-Sul MS/BA, pagos em 12 de dezembro, e mais de R$ 4 milhões aos associados das agências de Maracaju, Jardim, Bonito, Nioaque, Guia Lopes da Laguna e Porto Murtinho, pagos em 28 de novembro.

Segurança e transparência na transição

Com a finalização do processo de união estratégica, a prestação de serviços segue normalmente, sem impacto no atendimento aos associados. Para os associados dos municípios incorporados, a Cooperativa passa a ser identificada pelo número 0903 – Sicredi Centro-Sul MS/BA, que deve ser utilizado em qualquer transação. Os números das contas foram atualizados e podem ser consultados diretamente no App Sicredi.

Para mais informações e conhecer os benefícios da união estratégica, acesse: link.sicredicentrosulmsba.com.br/coopera

Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA

A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua em 44 municípios do Mato Grosso do Sul e 54 municípios da Bahia. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 185 mil associados, que exercem o papel de donos do negócio.

O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelo telefone 0800 724 4770.

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Sob efeito do juro alto, economia recua 0,3% em outubro

A economia brasileira recuou 0,3% em outubro na comparação com setembro. O resultado é o segundo mês consecutivo com queda na atividade econômica. Em setembro, o recuo havia sido de 0,6%.

A explicação da perda de fôlego está no patamar elevado da taxa de juros, que serve como um freio na economia.

Já na comparação com outubro de 2024, houve expansão de 1% no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

No trimestre móvel terminado em outubro, houve crescimento de 1,5% em comparação com o mesmo trimestre de 2024. No acumulado de 12 meses, o PIB brasileiro avança 2,3%.

Os dados fazem parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta terça-feira (16).

Juro alto

De acordo com a economista Juliana Trece, responsável pelo levantamento, a perda de fôlego na economia é “muito influenciada pelo patamar elevado da taxa de juros”.

A taxa básica de juros no país, a Selic, está em 15% ao ano, maior patamar desde julho de 2006, quando estava em 15,25%.

A Selic é fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que defende o nível elevado como forma de combater inflação, que só voltou ao limite da meta do governo em novembro, depois de ter ficado 13 meses fora do espaço de tolerância.

A taxa de juros alta encarece toda a cadeia de crédito e desestimula o investimento, o que tende a diminuir a procura por bens e serviços, de forma a frear a alta de preços. O efeito colateral é o esfriamento da atividade econômica, com menos força para geração de emprego e renda.

Comportamentos

O comportamento do PIB pode ser medido pela ótica da demanda (quem está gastando) ou da produção (quem produziu).

“Pela ótica da produção, o desempenho da agropecuária e da indústria ajuda a explicar a queda na atividade econômica”, explica Juliana Trece.

“Pela ótica da demanda, os investimentos [formação bruta de capital fixo] e o consumo do governo contribuíram negativamente para o resultado”, completa.

Na comparação do trimestre móvel terminado em outubro com o mesmo período do ano passado, o consumo das famílias cresceu 0,5%.

O consumo de bens não duráveis e o de duráveis contribuíram negativamente para o desempenho, enquanto o de serviços e o de bens semiduráveis compensaram as quedas e sustentaram o componente no campo positivo.

As exportações, que também ajudaram a empurrar para cima a economia, cresceram 8,9% no trimestre móvel, empurradas por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. O comportamento das vendas exteriores apresenta trajetória crescente em todos os trimestres móveis desde março de 2025.

Em termos monetários, a FGV estima o PIB brasileiro no acumulado até outubro em R$ 10,530 trilhões.

Resultado oficial

O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira.

Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que indicou recuo de 0,2% na passagem de setembro para outubro e crescimento de 2,5% no acumulado de 12 meses.

O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No dia 4 de dezembro, o instituto informou que a economia cresceu 0,1% no terceiro trimestre e 2,7% em 12 meses.

O IBGE divulgará o PIB do quarto trimestre de 2025 em 3 de março de 2026.

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Colisão frontal mata 2 pessoas e deixa crianças feridas em MS




Acidente envolvendo carro e moto deixou duas pessoas mortas e crianças feridas na madrugada desta terça-feira (16/12), na BR-158, em Três Lagoas. Motociclista identificaro como Fernando e a motorista do automóvel como Fernanda, são as vítimas fatais. 

Já as crianças feridas têm idades de dois e cinco anos, conforme publicado pelo portal RCN 67. A condutora do carro seguia no sentido shopping da cidade, quando invadiu a pista contrária e colidiu com a moto.

Ela e o motociclista não resistiram e faleceram no local.

Além das duas crianças, uma adolescente também estavam no Fiat Palio, sofreram ferimentos e foram encaminhadas ao HR (Hospital Regional).

Equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para o socorro.

A PM (Polícia Militar), a PC (Polícia Civil) e a Perícia Técnica também estiveram no local realizando os levantamentos sobre o acidente.


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Receita Federal destina oliveiras argentinas centenárias apreendidas a universidades públicas

A Receita Federal do Brasil destinou nove oliveiras centenárias apreendidas por introdução irregular no país a instituições públicas de ensino superior, em ação que alia o combate a ilícitos ambientais à promoção da destinação sustentável de mercadorias apreendidas, no âmbito do Projeto Aduana Verde.

As árvores, provenientes da Argentina, ingressaram clandestinamente no território nacional sem atender às exigências legais de importação. A entrada desse tipo de material vegetal está sujeita à anuência do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma vez que a ausência de certificação fitossanitária pode representar risco à saúde da população, ao meio ambiente e à agricultura brasileira, pela possível introdução de pragas e doenças.

Além do risco sanitário, as oliveiras possuem alto valor econômico, podendo alcançar até R$ 100 mil por exemplar, sendo amplamente utilizadas em projetos de paisagismo e empreendimentos de alto padrão, o que tem incentivado sua exploração ilegal.

Destinação sustentável e uso acadêmico

Do total destinado, quatro oliveiras foram encaminhadas à Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e cinco à Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).

Na UDESC, as árvores serão incorporadas ao paisagismo do Centro de Ciências Agroveterinárias, em Lages/SC, contribuindo para a qualificação dos espaços externos do campus, melhoria do conforto térmico, ampliação das áreas arborizadas e valorização institucional.

Na UEMS, as oliveiras serão utilizadas na arborização do campus, além de integrarem atividades de pesquisa, extensão e educação ambiental, promovendo a conscientização sobre conservação de espécies de elevado valor histórico e a proteção de organismos longevos.

A entrega oficial ocorreu em evento solene no dia 16 de dezembro, no campus da UEMS em Mundo Novo/MS.

Ações de fiscalização e repressão ao ilícito

As apreensões resultam de operações conjuntas da Receita Federal com forças de segurança, realizadas ao longo de 2025 em diversos pontos da fronteira Sul do país.

As ocorrências concentraram-se especialmente nos municípios de Dionísio Cerqueira/SC e Santo Antônio do Sudoeste/PR, na fronteira com a Argentina, além de registros em cidades do interior do Paraná, como Cascavel e Maringá. Também há notificações de apreensões semelhantes por outros órgãos de segurança em diferentes regiões do país.

Atualmente, a Receita Federal mantém dezenas de oliveiras apreendidas sob sua custódia e tem buscado parcerias com universidades e instituições de pesquisa para assegurar uma destinação ambientalmente adequada e tecnicamente segura. Muitas dessas árvores possuem mais de cem anos de existência, representando relevante patrimônio biológico, histórico e científico, com grande potencial para estudos acadêmicos.

Dinâmica criminosa e riscos associados

As investigações indicam que a introdução clandestina dessas oliveiras integra a logística de organizações criminosas que atuam na faixa de fronteira, muitas vezes as mesmas envolvidas em contrabando, tráfico de drogas, armas e outros ilícitos. O alto valor comercial das árvores e a demanda no mercado de paisagismo tornam esse crime especialmente atrativo.

No Brasil, muitos consumidores finais desconhecem a origem criminosa dessas oliveiras e acabam adquirindo os produtos de viveiros ou estabelecimentos que, conscientemente ou não, integram a cadeia do ilícito, fomentando esse crime ambiental transfronteiriço.

Diante desse cenário, a Receita Federal alerta a população para que, ao realizar obras de paisagismo em residências, condomínios ou empreendimentos, verifique rigorosamente a procedência das árvores, exigindo documentação comprobatória de origem e certificação fitossanitária.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) alerta que a introdução irregular de material vegetal representa grave risco à segurança ambiental e fitossanitária do país, podendo gerar impactos potencialmente irreversíveis à produção agrícola nacional. O órgão ressalta, ainda, que não há autorização para a importação de oliveiras provenientes da Argentina ou do Uruguai, reforçando a necessidade de rigor no controle desse tipo de mercadoria.

Cooperação internacional e destinação segura

A Receita Federal tem fortalecido a cooperação internacional, mantendo comunicação com as autoridades aduaneiras argentinas, com o objetivo de coibir a retirada irregular dessas espécies ainda no país de origem, interrompendo a cadeia do ilícito e enfraquecendo fontes de financiamento do crime organizado.

Após a apreensão, as oliveiras passam por procedimentos técnicos rigorosos definidos pelo Mapa, incluindo tratamentos fitossanitários destinados à eliminação de pragas e outros agentes biológicos. Somente após o cumprimento dessas etapas é que as árvores podem ser destinadas de forma segura.

O acompanhamento técnico pelas universidades garante que as espécies sejam monitoradas, estudadas e preservadas, transformando uma apreensão decorrente de crime ambiental em benefício científico, educacional e social, reafirmando o compromisso da Receita Federal com a fiscalização, a sustentabilidade e a proteção do interesse público.

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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 52 milhões




As seis dezenas do concurso 2.952 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (MS), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 52 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h30 (MS), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.


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Quadrilha é presa furtando frangos vivos de carreta em posto abandonado

Quadrilha foi presa enquanto furtava frangos vivos de uma carreta estacionada num posto de combustíveis abandonados na Avenida Gury Marques, na Vila Moreninha II, em Campo Grande, na noite desta segunda-feira (15/12).

Conforme o Campo Grande News, o motorista do veículo, Ademir Alves de Carvalho, de 43 anos, foi apontado pela polícia como o responsável por permitir a retirada da carga. Ele disse que contrataram seu desvio de parte dos frangos transportados, que saíram de Poxoréu (MT) com destino a Rancharia (SP).

Ainda segundo a investigação, Ataide Joaquim da Silva, de 53 anos, propôs o furto e negociou o pagamento ao motorista. Ele trabalha com produção e venda de salgados e, de acordo com a polícia, usaria os frangos para revenda e uso comercial.

No local, Wellyngton Eguez da Silva, de 33 anos, e a esposa dele, Patrícia Ferreira de Oliveira, de 29, ajudavam no descarregamento das aves e no transporte da carga furtada para outro caminhão. Também participaram da ação Angela de Moraes Alves, de 45, e Tania Rodrigues dos Santos, de 40, esposa de Ademir, que auxiliavam na retirada dos frangos da carreta e no carregamento do segundo veículo.

Durante a abordagem policial, Patrícia resistiu às ordens da equipe e a equipe a algemou. Ataide também tentou fugir do local, mas a equipe o conteve com algemas. O adolescente de 16 anos também participou da ação, mas foi ouvido e liberado.

Todos os adultos foram encaminhados à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol, onde tiveram a prisão em flagrante lavrada por crimes como furto qualificado, associação criminosa, receptação, resistência, desobediência e corrupção de menor.

A carga de frangos permaneceu viva e ficou sob responsabilidade da polícia até ser retirada pelo proprietário. Os veículos usados no crime foram apreendidos e o caso segue sob investigação.

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