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Homem ataca funcionárias e morre após ser baleado por policial de folga

Jaime Ribeiro, de 31 anos, morador da Aldeia Tey Kue, em Caarapó, morreu na noite deste domingo (11/1), após ser baleado por um policial de folga que estava parada na BR-163, devido a um acidente. Segundo o boletim de ocorrência, momentos antes, o indígena atacou duas funcionárias da concessionária que administra a rodovia no estado.

O acidente aconteceu na altura do quilômetro 205 da rodovia e o trecho estava parcialmente interditado. O policial militar estava parado, quando foi informado sobre um indivíduo que estava tentando agredir as socorristas.

O PM solicitou apoio e se deslocou até o ponto indicado. No local, ele foi informado que Jaime Ribeiro havia se escondido em um matagal às margens da rodovia sendo que, ao se aproximar, ele foi surpreendido pelo indígena que avançou em sua direção portando uma barra de ferro.

Ainda conforme o registro, o militar se identificou e ordenou que o homem largasse o objeto, mas ele não obedeceu e continuou as investidas contra o agente que, por sua vez, efetuou disparos e acabou atingindo Jaime.

Ele foi socorrido até o Hospital Municipal São Mateus, em Caarapó, morreu ao dar entrada na unidade de saúde.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Técnica, que realizou os levantamentos no local. A PRF (Polícia Rodoviária Federal) acompanhou a ocorrência, assim como a PC (Polícia Civil).

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Editoras independentes transformam mercado e aproximam público

Editoras independentes e livrarias de rua tomaram rumos diferentes de grandes conglomerados e desenvolveram estratégias para garantir a qualidade das publicações e driblar os desafios econômicos do mercado editorial e livreiro no país. Incluindo as empresas de maior porte, o setor gera ao menos 70 mil empregos diretos no país, segundo levantamento da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Profissionais ouvidos pela Agência Brasil apontam a promoção da cultura no país e a geração de empregos e renda como impactos positivos desses negócios. No entanto, mencionam a necessidade de políticas públicas voltadas à disseminação da leitura, assim como incentivos fiscais para a manutenção desses empreendedores.

Apesar da menor capacidade de investimentos, esses negócios obtiveram resultados como a ampliação do catálogo de autores disponível no país, inclusive com traduções de obras contemporâneas mundialmente reconhecidas que não tinham espaço nas grandes editoras.

Houve ainda aproximação com o público leitor por meio de estratégias como financiamentos coletivos, clubes de livros e uso das redes sociais.

“A editora independente é marginalizada no mercado. Então, ela está sempre tentando transformar esse mercado”, diz o editor e publisher da editora Autonomia Literária e da revista Jacobina, Cauê Seignemartin Ameni.

O florescimento de editoras independentes teve início há cerca de 10 anos, relata Cauê, que também é um dos organizadores da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei). “O independente sempre foi muito marginal e, aí, veio com força após 2015”.

Após a ocorrência de crises no setor de livros, como a recuperação judicial das livrarias Cultura e Saraiva, em 2018, grandes e pequenas editoras foram impactadas e tomaram calotes.

Nos últimos anos, entretanto, levantamento da CBL apontou expansão do mercado editorial e livreiro no país, especialmente no pós-pandemia, com aumento no número de empresas do setor.

Entre 2023 e 2025, houve um crescimento de 13% no número total de empresas, com destaque para o avanço das editoras e do comércio varejista de livros. E, de 2024 para 2025, o aumento foi consistente em todos os segmentos mapeados, ressaltou a CBL.

Debates independentes

As editoras independentes têm levantado, no Brasil, debates atuais em outras partes do mundo, fazendo com que as ideias circulem, acredita o publisher. Cauê aponta que, antes do fenômeno das independentes, publicações de grandes clássicos estavam estagnadas por causa de “um viés ideológico de grandes editoras e conglomerados”.

“O meu papel é de importador de ideias, de certa forma”, resume.

Ele cita debates em torno da China, inteligência artificial, crise climática, ascensão do fascismo na Europa, Estado Islâmico, Palestina.

“São crises que afligem o Brasil, que é um país que, por exemplo, recebe muitos refugiados. É preciso entender a origem. Então, [nosso papel é] ajudar o brasileiro a compreender o mundo”, afirma. “Se as pessoas não entendem, o país acaba entrando numa grande confusão, numa grande enrascada, que foi o bolsonarismo. Se criou um caldo cultural para isso, e teve um trabalho forte [de autores e editoras]”.

Na época da ascensão da extrema-direita e do antipetismo, Cauê tinha uma livraria dentro da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP).

Ele conta que, no mercado editorial, começaram a surgir publicações relacionadas ao fenômeno do olavismo cultural, que se deu pela circulação de ideias ultraconservadoras do filósofo Olavo de Carvalho, que influenciaram a direita brasileira. Havia uma disputa para explicar crises como junho de 2013 e a Primavera Árabe através de uma ótica de direita, lembra.

“A leitura de esquerda existe, mas ela estava estancada no mercado. Eu, como era livreiro, via que tinha uma demanda forte, só que a galera comprava xerox na faculdade porque os livros não eram reimpressos”, conta.

Diante desses eventos, Cauê percebeu que muitos títulos relevantes internacionalmente, que abordavam as crises mundiais, não eram publicados no Brasil.

“A gente começou a crescer nesse vácuo, fazendo um debate contra tudo aquilo que o olavismo e a extrema-direita pregavam.”

Com a radicalização da extrema-direita no país, a editora se voltou para publicações antifascistas. O primeiro livro publicado pela Autonomia Literária tratava da ascensão do Estado Islâmico, no Oriente Médio, do jornalista Patrick Cockburn.

“Não tinha essa história bem contada aqui, mas lá fora tinha. A gente pegou esse livro, traduziu e publicou no Brasil, só que foi um best-seller logo de cara. O Elio Gaspari me ligou: ‘ainda bem que vocês traduziram esse livro’”.

Desafio nas vendas

Um grande desafio do mercado de livros é o ciclo de vendas. Como estratégia para se manter financeiramente saudável, sem abrir mão de sua proposta editorial, a editora Ubu criou o próprio clube do livro ─ que tem atualmente 2 mil assinantes. Diretora editorial e sócia da editora, Florencia Ferrari explica que uma obra que se mostra relevante para uma reflexão importante na sociedade não é necessariamente um livro que vai vender muito.

“[Os assinantes] nos dão um cheque em branco para nossa curadoria. E, ao fazer isso, eles nos permitem manter uma editora com um catálogo de alta qualidade, que não abre mão de nenhuma maneira dessa qualidade, e que não precisa ir atrás de títulos que tem como objetivo vender bastante”, diz.

A editora, inclusive, já realizou publicações em que esses dois aspectos se juntaram: alta qualidade e boas vendas. Foi o caso de autores como Nego Bispo, Vladimir Safatle, Hanna Limulja, Malcom Ferdinand e Françoise Vergès.

“Ter o clube é uma maneira de garantir um catálogo consistente, de alta qualidade e uma equação [financeira] saudável.”

Para publicar um livro, uma editora tem que investir inicialmente em direito autoral, tradução, revisão, projeto gráfico, capa e impressão.

Depois, os exemplares são distribuídos nas livrarias no modelo de consignação. Isso significa que, à medida em que os livros são vendidos, as livrarias vão realizando os pagamentos para as editoras, o que pode ocorrer em até 90 dias, em alguns casos.

“O dinheiro volta para as editoras de um jeito muito pingado e lento em relação ao tempo inicial. Às vezes, demora oito, dez, 12 meses ou dois anos para uma edição ter o retorno do seu investimento”, relata.

Esse é um cenário comum para todas as editoras, mas atinge principalmente as independentes, já que elas têm um catálogo mais de “fundo” ─ como classificou Florencia ─ e não de best-sellers, que vendem milhares de cópias já nos primeiros meses após o lançamento.

Um catálogo de fundo corresponde a livros que continuam vendendo por muitos anos, ainda que alguns tenham tiragens menores. São autores e obras relevantes, ainda que não sejam best-sellers. Exemplos disso são catálogos universitários e os clássicos da literatura.

Diretor presidente da Associação Quatro Cinco Um, entidade responsável pela revista homônima, editora Tinta-da-China Brasil e Feira do Livro, Paulo Werneck ressalta que, em contexto de adversidades, tais negócios precisam criar “estratégias de guerrilha”.

“As editoras independentes realmente são notáveis, são um patrimônio cultural que está florescendo no Brasil, mas que está muito ameaçado por esse jogo de concentração”, celebra.

“Os editores independentes têm que ser super ágeis, têm que inventar um novo canal de vendas, ter contato direto com o público, tem que criar feiras de livro. São empresários resilientes e criativos, tem que ficar reinventando seu próprio negócio todo ano”, acrescenta.

As editoras independentes passaram a vender os exemplares no próprio site e utilizar o modelo Print on Demand (POD), ou impressão sob demanda. Com isso, os livros são impressos conforme as vendas, o que elimina a necessidade de estoques e grandes tiragens iniciais.

Promoção de cultura e incentivos

A presença crescente das livrarias de rua permitiu a formação de pequenos núcleos culturais nos bairros, defende Werneck, que mencionou que cidades como Paris e Barcelona, por exemplo, têm incentivo fiscal para livrarias de rua, por serem empreendimentos qualificam as regiões.

“Elas transformam o bairro, tudo o que está ao redor. É dos poucos comércios que têm esse efeito”, destaca.

A Câmara Brasileira do Livro traz em seu levantamento um dado que relaciona a presença de livrarias e os indicadores de desenvolvimento das cidades. Entre os 1.830 municípios que têm livrarias, o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC) é 3% superior à média nacional.

“Basta ver o que está acontecendo aqui no centro de São Paulo. Vira um programa cultural ir em uma livraria. E quem sustenta esse programa? O livreiro independente.”

Werneck cita incentivos como editais voltados ao setor, isenção de IPTU, acesso a crédito e apoio de entes públicos aos eventos oferecidos pelos empreendimentos.

“Livrarias oferecem uma programação cultural gratuita, como lançamentos e debates. Você pode entrar, assistir e ir embora sem comprar um livro, e elas não têm nenhum incentivo para a realização desta programação.”

Os resultados alcançados pelo setor editorial, reforçou Florencia Ferrari, têm um impacto para a cultura, educação e qualidade de vida das pessoas.

“O estado deveria se atentar, porque é um tipo de financiamento relativamente baixo, por exemplo, para compra de livros para biblioteca e para alunos, que são políticas públicas de aquisição de exemplares. Às vezes, é só isso que uma cidade precisa: uma biblioteca com livros acessíveis”.

Ferrari lembra que as editoras reúnem uma diversidade de profissionais, além de prestadores de serviço externos. Um investimento no setor também teria reflexos, portanto, na geração de empregos e mobilização da economia. São ilustradores, designers, fotógrafos, revisores de texto, tradutores, revisores técnicos, entre outros.

Sócio da Autonomia Literária, Cauê defende as isenções e benefícios fiscais para livrarias, que são espaços fundamentais para a circulação das obras. Apesar das dificuldades em relação ao modelo de vendas, as livrarias têm um papel relevante na expansão do público-alvo. O editor ressalta que é preciso fazer com que as obras circulem e saiam dos nichos.

Cauê avalia que a presença das obras nesses espaços é uma forma de favorecer sua circulação, ainda que haja riscos no modelo de consignação.

“Se só trabalhar na bolha, não se faz a disputa. Tem que jogar nas livrarias, vai ter que correr o risco do calote, mas vai fazer o seu livro circular em grande escala”.

Além disso, ele menciona soluções como incentivo à leitura por meio de crédito para estudantes e incentivos para modernização do parque industrial do setor.

“Quando a gente vai em gráficas pelo mundo, depois vê no Brasil, a gente fala: nossa, a gente tem umas gráficas dos anos 80”.

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Criança é internada em hospital da fronteira com intoxicação por maconha




Uma menina de apenas dois anos foi internada na tarde deste sábado (10) no Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, após apresentar quadro de sonolência. Exames toxicológicos realizados pela equipe médica confirmaram que a criança estava intoxicada por maconha, fato que passou a ser investigado pela Polícia Nacional e pelo Ministério Público.

De acordo com as informações preliminares, a criança deu entrada na unidade hospitalar com sinais clínicos que levantaram suspeita de intoxicação. Após a confirmação do uso da substância entorpecente, o caso foi comunicado às autoridades, que iniciaram os procedimentos para apurar como a criança teve acesso à droga.

Como medida inicial de proteção, a menina foi entregue aos cuidados de uma tia, enquanto o caso é acompanhado pelos órgãos competentes. Os pais da criança, o pai de 25 anos e a mãe de 23 anos, foram intimados e deverão comparecer à Defensoria Pública nesta segunda-feira (12) para prestar esclarecimentos.

Após receber atendimento médico e permanecer sob observação, a criança teve alta hospitalar e passa bem, segundo as informações divulgadas até o momento. A investigação segue em andamento para o esclarecimento completo dos fatos e eventual responsabilização.


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Estrada Iluminada. Impressões – Ponta Porã News

Quando mergulhamos neste mundo acabamos esquecendo do que a gente foi em vidas anteriores. É a Misericórdia Divina se processando, pois se nos lembrássemos certamente não conseguiríamos resgatar nossas dívidas para com as pessoas que nos cercam, principalmente com as mais chegadas e fazem parte de nossa família, pois a animosidade permaneceria.

Claro que no momento que estamos no desprendimento físico pelo sono, por exemplo, lembramos de tudo, pois nestes momentos somos essencialmente espíritos, e quando estamos na carne nos denominamos de alma, mas em razão do Espírito que somos saber de tudo que se passou em vidas pretéritas nossa passagem por aqui é influenciada intuitivamente, e se estivermos em harmonia mental, com o pensamento elevado em sintonia com amigos da espiritualidade, certamente seremos ajudados e lembraremos dos aconselhamentos que obtivermos quando adormecidos.

Mas mesmo que não entendamos os sonhos, pois muitos não são para entender mesmo, trazemos de vidas passadas alguns costumes que por serem ocorrências fortes se acentuam bastante em nosso proceder e na maneira de vivermos, que muitas vezes tolhem nossas capacidades. Certamente quem não suporta leite, por exemplo, teve uma experiência desagradável. Pessoas relaxadas com o corpo e desorganizadas em suas moradas, deixando tudo em desalinho com sujeira ao seu entorno, podem trazer tais resquícios vivenciados em cavernas quando da passagem pelo umbral, ou quem sabe em algum momento da vida anterior tiveram de enclausurarem-se se escondendo de algo que as perseguia.

É muito difícil traçar um parâmetro do que fomos em outras existências, pois a literatura em exemplos nesse sentido é vasta, e cada um de nós é uma individualidade que tem sua própria história.

Mas apesar das dificuldades vivenciadas, temos oportunidade de tudo corrigir nesta vida, o que promoverá uma vida futura com menos tristezas e dificuldades, possibilitando sermos mais felizes. Não fazer o mal é uma obrigação de todos, mas fazer todo o bem possível nos engrandece aos “olhos de Deus”.

Muita Paz a todos.

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Acidente mata motociclista em rodovia da Fronteira




Um motociclista de 64 anos morreu neste sábado (10), depois de se envolver em um acidente com uma caminhonete. Justo Salvador Rojas Villazanti seguia por uma estrada na zona rural de Bella Vista Norte quando foi atropelado e morreu na hora.

O condutor da caminhonete de 27 anos, disse que seguia para Bella Vista Norte pela rodovia PY-08 quando o acidente aconteceu. Ele teria batido na traseira da moto. Com o impacto, Justo foi arremessado contra a grade real de proteção da rodovia.

Os peritos da Polícia Nacional constataram que a vítima sofreu diversas fraturas pelo corpo e fratura craneana, causadas pelo impacto contra a estrutura de metal. O motorista passou pelo teste do bafômetro, mas não constatado presença de álcool no organismo dele.


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Acidente mata motociclista em estrada da Fronteira




Um motociclista de 64 anos morreu neste sábado (10), depois de se envolver em um acidente com uma caminhonete. Justo Salvador Rojas Villazanti seguia por uma estrada na zona rural de Bella Vista Norte quando foi atropelado e morreu na hora.

O condutor da caminhonete de 27 anos, disse que seguia para Bella Vista Norte pela rodovia PY-08 quando o acidente aconteceu. Ele teria batido na traseira da moto. Com o impacto, Justo foi arremessado contra a grade real de proteção da rodovia.

Os peritos da Polícia Nacional constataram que a vítima sofreu diversas fraturas pelo corpo e fratura craneana, causadas pelo impacto contra a estrutura de metal. O motorista passou pelo teste do bafômetro, mas não constatado presença de álcool no organismo dele.


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Previsão de chuva rápida neste domingo na fronteira




De acordo com o Instituto Climatempo, a previsão para este domingo (11) na região de fronteira é de sol com algumas nuvens. Chove rápido durante o dia e à noite.

Em Ponta Porã a temperatura mínima deve ficar em 21 graus centígrados e a máxima em 26 graus centígrados.


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Motociclista fica gravemente ferido ao bater em caminhão parado




Um motociclista ficou gravemente ferido ao bater a moto que pilotava em um caminhão parado.

O acidente aconteceu na rua Astolfo do Amaral no Jardim Planalto em Ponta Porã.

Populares fizeram os primeiros docorros e acionaram o resgate.

A vítima que ainda não foi identificada foi levada para o Hospital Regional em estado grave.


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Solto em novembro após cumprir pena por crimes sexuais, homem é preso por abusar de 2 meninas

Maicon José Rodrigues de Souza, de 36 anos, foi preso na noite desta sexta-feira (9/1), após abusar sexualmente de duas crianças em Campo Grande. Ele era monitorado por tornozeleira eletrônica e deixou a cadeia em novembro de 2025, após cumprir pena desde 2017 por crimes sexuais.

Segundo a reportagem do Campo Grande News, o primeiro abuso ocorreu no Bairro Coronel Antonino, por volta das 12h35, quando uma adolescente de 17 anos andava próxima à própria casa. Maicon José parou a moto, fez perguntas de cunho sexual e exibiu o órgão genital para a vítima. Em seguida, deixou o local.

O segundo caso ocorreu pouco antes, no Bairro Monte Castelo, quando uma criança de nove anos chegava em casa para almoçar. O motociclista abordou a menina em frente ao imóvel, tentou levantar o vestido e tocou o corpo dela. A criança reagiu com um tapa e o homem fugiu.

No início da noite de ontem, as duas vítimas prestaram depoimento especial acompanhadas das mães na Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente). O Conselho Tutelar foi comunicado para adotar as medidas necessárias e um relatório complementar ainda será produzido pela equipe técnica.

Ainda de acordo com o site, equipes da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas) localizaram uma motocicleta idêntica à usada nos crimes e chegaram ao suspeito no local de trabalho. Ele confirmou que esteve na região no horário dos abusos e entregou a camiseta usada, o capacete, a motocicleta e o rolo de fita isolante usado para cobrir a placa.

Maicon foi levado para a Cepol, onde permaneceu à disposição da Polícia Civil. Os objetos recolhidos ficaram apreendidos como parte da investigação. O caso segue sob responsabilidade da Depca.

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Polícia Federal apreende carreta com maconha e cocaína em Corumbá




Após buscas ao longo do dia, a Polícia Federal apreendeu, na noite desta sexta-feira (9), em Corumbá, um carregamento de drogas. Maconha e cocaína estavam acondicionadas em uma carga de borato transportada por uma carreta. Durante a fiscalização, os policiais localizaram 359,8 quilos de maconha e 12,6 quilos de cocaína. Os entorpecentes estavam destinados a região de Piracicaba, no Estado de São Paulo.

O motorista foi preso e autuado em flagrante por tráfico de drogas. Em nota, a Polícia Federal reafirmou seu compromisso permanente no combate ao tráfico de entorpecentes na região de fronteira.


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