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Judiciário funcionará em regime de plantão em MS durante o feriado

Durante o carnaval e na quarta-feira de cinzas, de 16 a 18 de fevereiro, o Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul funcionará em regime de plantão, não havendo expediente nestas datas. Tanto em 1º grau como em 2º grau de jurisdição, o plantão terá início às 19 horas de sexta-feira, dia 13 de fevereiro, e terminará às 12 horas do dia 19 de fevereiro, quinta-feira, quando o Judiciário retoma o expediente normal. Os prazos processuais ficam suspensos durante todo o período.

Em alinhamento à Resolução CNJ nº 71/2009 e ao Provimento nº 598, do TJMS, o plantão judiciário funcionará para os casos considerados urgentes, como: mandados de segurança, habeas corpus, medidas protetivas da Lei Maria da Penha, comunicação de prisão em flagrante, pedidos de liberdade provisória, pedidos de prisão preventiva ou temporária, requerimento de realização de corpo de delito, ação cautelar de busca e apreensão (de bens ou pessoas) e medidas urgentes ou cautelares de natureza cível ou criminal.

Equipes – Para atender a população durante o plantão judiciário, equipes de magistrados em 1º e 2º grau, além de analistas e oficiais de Justiça, estarão à disposição no TJMS, no Fórum da capital e nas comarcas do interior.

No portal do Poder Judiciário de MS, no ícone “Plantão”, é possível encontrar os telefones de contato dos plantonistas.

É importante ressaltar que, para que as ações sejam iniciadas durante o período excepcional, o ato coator deve ter ocorrido nesse intervalo. Isso quer dizer que pedidos que poderiam ter sido feitos em dias úteis não serão apreciados no plantão judiciário.

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Advogada orienta sobre como se proteger de crimes digitais no carnaval

Imagens capturadas em pleno carnaval, na alegria dos blocos e festas, sem conhecimento nem permissão dos foliões, podem gerar problemas graves, expor as pessoas a riscos e, inclusive, a crimes. A advogada Maria Eduarda Amaral, especializada em Direito Digital e Propriedade Intelectual, ensina como as pessoas devem fazer para se proteger dos chamados crimes digitais no carnaval e, também, no resto dos dias do ano.

“Essa é uma questão bastante sensível porque, hoje, qualquer conteúdo que você posta na internet está suscetível a manipulações, a utilizações indevidas, aos maiores cuidados que eu possa deixar aqui hoje”, disse Maria Eduarda à Agência Brasil.

Algumas precauções incluem: somente aceitar pessoas nas redes sociais que você conheça, não se expor excessivamente, não postar coisas em tempo real quando ainda estiver em determinado ambiente ou local, tomar bastante cuidado com símbolos principalmente.

“Eu vejo pessoas que saem do trabalho, vão para o carnaval e postam fotos. Os mais jovens que saem da faculdade com algum símbolo que identifique o local, vão para o carnaval e postam alguma coisa que acaba tornando a vida deles muito identificável”.

A especialista explicou que a pessoa que tem a intenção de fazer fazer mau uso da informação vai estar observando esses movimentos, para saber que o jovem acabou de sair da faculdade e está indo para uma festa.

“Sabe que, se fizer alguma coisa para prejudicar essa pessoa, ela vai demorar algum tempo para perceber e ver. Esse é o momento. Se a pessoa estiver curtindo uma festa de carnaval, o momento de fazer algo contra aquela pessoa é agora, porque ela não vai estar prestando atenção. É mais fácil de se espalhar (o boato, a mentira) e, então, ela não vai tomar uma atitude imediata para conter essa situação”.

Intercorrências

Pelo que a advogada Maria Eduarda pôde perceber no último carnaval, uma das maiores intercorrências foi invasão de redes sociais. Ela explicou que as pessoas, no desespero do momento, entram em wi-fi públicas muito duvidosas ou acabam acessando SMS ou links suspeitos, passando códigos suspeitos pelo telefone. “Enfim, invasões por redes sociais que acabam gerando golpes financeiros em redes sociais”.

A segunda intercorrência significativa são os deepnudes, fotos falsas que deixam pessoas nuas e que são geradas pelo uso de inteligência artificial. “Porque as pessoas estão fantasiadas e é mais fácil para a IA gerar um conteúdo sexual falso, a partir dessas imagens e fotos”.

Isso ocorre principalmente com essas imagens quando se trata de mulheres com fantasias, adornos, adereços de carnaval. É o uso indevido de imagem.

Outro problema grave está ligado ao uso de aplicativos de encontros, como Tinder, Happn, Inner Circle, para pegar fotos de pessoas reais que são manipuladas por inteligência artificial, criando perfis para poder dar match, ou seja, combinar ou corresponder à expectativa da pessoa.

Para os bandidos, dar match significa levar as pessoas que procuram encontros por aplicativos a encontrar os possíveis parceiros ou parceiras em locais não seguros, onde podem acontecer roubos, furtos, sequestros e outros tipos de crimes.

Maria Eduarda recomenda muito cuidado ao entrar nesses aplicativos, inclusive ao fazer chamadas de vídeo. Se do outro lado estiver de fato um golpista, essa chamada de vídeo pode ser utilizada para acessar principalmente contas bancárias, fazer empréstimo, fazer cartões de crédito.

A especialista em crimes digitais advertiu que cuidado maior devem ter pessoas que estão curtindo o carnaval fora da cidade onde moram.

Cuidados básicos

Antes de marcar encontros por esses aplicativos, o usuário deve tomar alguns cuidados básicos, orientou Maria Eduarda. Segundo a especialista, o ideal é coletar o máximo de informações sobre a pessoa com quem quer se encontrar.

“Falando principalmente do público LGBTQIA+, que é o mais afetado, existem algumas pessoas que não expõem a própria sexualidade. Então, trabalham ali com apelidos, muitas vezes sem fotos do rosto nem de perfil. O que a pessoa que vai se encontrar com ela pode fazer é pegar redes sociais, conferir informações de nome. Pode lançar o nome em um site jurídico, por exemplo, o JusBrasil, para verificar se a pessoa com quem o encontro será feito já teve algum problema, alguma intercorrência antes”.

O usuário deve entrar nas redes sociais para ver se acha aquela pessoa, se ela está na mesma cidade, e perguntar sobre o dia dela, para conferir se o que ela falou até ali coincide. Deve verificar nas redes sociais se teve algum tipo de postagem, alguma foto, algum story .

Então, a orientação da advogada é dar o próximo passo, que consiste em uma videochamada, mesmo com os riscos de golpes com vídeos, e uma troca de fotos “desde que seja com parcimônia também, não sejam fotos muito comprometedoras, principalmente que não sejam fotos íntimas, até porque você está conferindo informações, mas não sabe quem é a pessoa que está do outro lado”.

Ela explica que há um cálculo sensível de riscos, quando o assunto é vídeochamada. “Nesse caso, o mais seguro é que a pessoa faça a videochamada com cautela porque não se teria outra forma de verificar se a pessoa que está falando com você é a mesma pessoa do aplicativo. É essencial prestar atenção em qualquer movimentação suspeita durante a chamada e não manter o rosto muito próximo da câmera para evitar qualquer leitura facial por aplicativos terceiros”.

Erros comuns
Mesmo pessoas que tenham tomado todos os cuidados possíveis nesses aplicativos de relacionamentos podem acabar sendo prejudicadas de alguma forma. “Nós já tivemos casos aqui em que a pessoa tomou todos os cuidados possíveis. Ela realmente estava falando com a pessoa do outro lado que dizia ser quem era. Só que na hora de marcar o encontro, foi sugerido um lugar totalmente ermo, de procedência duvidosa“. Ao chegar lá, o usuário percebeu que se tratava efetivamente de um golpe. Ou seja, a pessoa com quem ela falava era participante do golpe, mas foi-se criando uma confiança.

Daí a advogada orientar que por mais que essa pessoa passe por todas as verificações e consiga estabelecer confiança, ainda assim o interessado deve fazê-la passar por uma quarta verificação. A pessoa deve exigir um encontro em um local público.

Prints

Os prints (capturas de telas) são majoritariamente as provas digitais válidas para abrir um processo judicial ou uma investigação policial, confirmou Maria Eduarda Amaral.

“Um padrão que eu vejo nesse tipo de caso, envolvendo golpes virtuais, é que por mais que a pessoa faça todas as verificações, ela não guarda informações sobre a pessoa que ela vai encontrar”.

A sugestão é que, enquanto o usuário estiver conversando com a pessoa no aplicativo ou no Whatsapp tire um print do perfil dela e manda para um amigo.

De acordo com a advogada, pode-se tirar print de tudo, do número que a pessoa está usando no Whatsapp, de foto que aparece nesse número, de algum status.

“Se a pessoa ligou para o usuário em uma chamada de vídeo, tira um print do rosto de quem está falando com você, do convite dela te chamando para sair. Porque é muito comum nesses casos, os golpistas apagarem tudo depois que eles conseguem o que querem da pessoa”, alerta.

“Eles vão apagar o perfil que usaram para falar com você, vão descartar os números, vão apagar os números de WhatsApp e aí, depois, por mais que a vítima queira, se torna muito mais difícil saber quem é aquela pessoa”, completou.

A advogada esclareceu que a partir do momento em que a vítima guarda, desde o início, todas as informações, é mais fácil ciar uma linha do tempo “para poder entender de onde ela surgiu, quem ela é, se está aplicando outros golpes, como está utilizando essas redes digitais para conseguir aplicar esses golpes”.

Se a vítima não tem essas informações, os advogados podem entrar em contato ali com a operadora de telefonia, por exemplo, mas o chip já não existe mais. “Então, eles não têm como te passar as informações que são necessárias. E, se tudo der certo, o máximo que vai acontecer é você apagar tudo e descartar”.

A advogada afirmou, entretanto, que as plataformas podem ser responsabilizadas nesses casos também. “Nós entendemos que, principalmente se tratando de sites de relacionamentos, existe uma responsabilidade da plataforma porque o usuário precisa se cadastrar, tanto que não é possível que uma mesma pessoa tenha mais de um perfil no Tinder, por exemplo”.

A especialista aconselha ainda que as pessoas não tenham vergonha de denunciar. “Não existe vergonha em ser vítima. Nós somos todos humanos, todos nós temos a possibilidade de passar por esse tipo de situação, de cair nesse tipo de golpe”.

Responsabilização

Em todos esses tipos de crimes, a vítima pode buscar uma responsabilização civil. “Quando nós falamos, por exemplo, da invasão de uma conta bancária, a responsabilidade civil é também do banco pela fraude. Se você conseguir encontrar essa pessoa golpista, a responsabilidade criminal é dessa pessoa”.

Maria Eduarda deixou claro mesmo sem identificar o golpista, a vítima pode buscar a pessoa para quem fez transferências bancárias, falando-se aqui de invasão de conta bancária, por exemplo. “Porque a pessoa, em nome de quem está aquela conta, que está recebendo aquele dinheiro que é fruto de um crime, ela é punível com a situação. Então, ela também responde pelo golpe, pela fraude”.

No caso das deepfakes, há responsabilização criminal do usuário que gerou aquele conteúdo e existe também responsabilização parcial da plataforma, tanto civil quanto criminal. No caso do criminal seria para remoção, para exclusão do conteúdo. No caso da responsabilização civil, seria para as indenizações que a pessoa prejudicada pode receber, principalmente indenizações relativas a danos morais, a danos à imagem, a depender da extensão da veiculação desse conteúdo e do dano na vida da pessoa afetada.

“Então, a plataforma responde solidariamente com o usuário. Se você não sabe quem é o usuário, a responsabilidade recai sobre a plataforma”.

As deepfakes são imagens criadas com o uso de tecnologias de inteligência artificial que permitem a sobreposição de rostos e vozes em vídeos, podendo sincronizar os movimentos dos lábios e expressões faciais, o que faz com que a imagem se assemelhe muito à de uma pessoa real.

Maria Eduarda Amaral informou que nos casos dos perfis de aplicativo, ocorre a mesma coisa. A responsabilidade é solidária, porque, ao se fazer o cadastro nessas plataformas, a pessoa precisa informar certos dados, inclusive sob o pretexto de segurança para os usuários.

“Se a plataforma não faz esse cruzamento de dados, então ela permite que qualquer pessoa suba qualquer foto ali falsa, sem a possibilidade de se verificar se se trata realmente de uma pessoa. Nesse caso, ela está sendo conivente com essa situação. Então, ela também é responsável”.

Se a plataforma não conseguir identificar quem é esse usuário, “o que ultimamente é bem difícil”, ela responde individualmente. Já se a plataforma consegue identificar quem é esse usuário, então a pessoa prejudicada pode tomar as medidas cabíveis contra ele. Nesse caso, não só a vítima, como também a pessoa que teve a imagem utilizada, conseguem responsabilizar esse golpista de forma cível e criminal, além de responsabilizar a plataforma de forma cível. Isso acontece justamente porque é previsto nos termos e diretrizes da plataforma, da comunidade, que “o cadastro é uma das formas de se verificar a idoneidade do usuário que está se cadastrando ali naquela plataforma”.

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No dia do aniversário, jovem é atingido por carro e morre em Rio Brilhante

Brenno Rocha Reichert, de 19 anos, morreu na noite deste domingo (15/2), após colisão com um carro na Avenida Lourival Barbosa, no Bairro Vila Nova Esperança, em Rio Brilhante. A condutora o veículo deixou o local sem prestar socorro. O detalhe é que a fatalidade aconteceu justamente no dia do aniversário da vítima.

Segundo o boletim de ocorrência, o rapaz pilotava uma motocicleta Honda CG 160 quando foi atingido por um carro branco que seguia no sentido contrário da via. A batida teria ocorrido no momento em que o automóvel realizou uma conversão à esquerda, nas proximidades de um estabelecimento comercial, sem respeitar a sinalização do local.

Brenno foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital Municipal de Rio Brilhante, no entanto, devido à gravidade dos ferimentos, ele não resistiu.

Testemunhas relataram à PM (Polícia Militar) que a condutora do veículo, uma mulher de 27 anos, deixou o local do acidente sem prestar socorro. Em diligências, os policiais localizaram um automóvel com as mesmas características estacionado no interior de uma residência, porém, ao retornarem para realizar a apreensão, o veículo já havia sido retirado do local.

A PC (Polícia Civil) também apura informações de que, horas antes do acidente, a condutora teria ingerido bebida alcoólica em um estabelecimento da cidade, além de investigar possível auxílio de terceiros para que ela deixasse o local após a colisão.

A perícia técnica foi acionada e novas diligências devem ser realizadas para esclarecer completamente a dinâmica do acidente e as responsabilidades criminais envolvidas.

O caso já é investigado pela PC (Polícia Civil) que registrou o acidente como homicídio culposo na direção de veículo automotor, com agravantes por omissão de socorro.

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ASSISTA: Motorista é mordido por passageira durante confusão sobre pagamento de corrida

Corrida em carro de aplicativo terminou de maneira bem inusitada na madrugada deste domingo (15/2), em Dourados. O motorista, de 29 anos, e a passageira, de 41, foram parar na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) após desentendmento sobre o pagamento do serviço. 

Conforme consta no boletim de ocorrência, por volta das 3h30, a mulher chamou o aplicativo para uma corrida de posto/bar na Rua Ponta Porã até o endereço dela, na Rua Azis Rasselen, na Vila Popular.

Aos policiais militares, o homem contou que próximo ao destino da passageira, os dois começaram a discutir dentro do carro, segundo ele, por que a mulher se negava a pagar a corrida, justificando que o motorista teria corrido durante o trajeto. Durante a discussão, o condutor parou o veículo e a passageira tentou descer sem pagar. 

Em seguida, ele alega ter sido agredido por ela com socos, mordidas e arranhões. O motorista contou que pegou o celular da passageira e arremessou pela janela do veículo, para obrigá-la a descer do veículo. As agressões só pararam, com base nas informações do registro policial, com a intervenção de outras pessoas que passavam pelo local e viram toda a confusão.

O outro lado

Já a passageira contou também aos policiais, que o condutor do veículo dirigiu em alta velocidade e quando chegou próximo de sua residência, teria solicitado a chave Pix para efetuar o pagamento da corrida. Ela disse ter informado ao motorista que estava com suas capacidades psicomotoras alteradas e, por isso, pediu que ele falasse pausadamente para melhor compreensão, mas que “não se recordava muitos dos fatos”.

A mulher alega ter sido agredida e puxada pelos cabelos e que se irritou após o motorista jogar seu celular pela janela do veículo. 

Ambos foram levados pela PM (Polícia Militar) até a delegacia, sendo que o motorista apresentava lesões nos membros superiores, marcas de mordidas e escoriações. A mulher tinha escoriações na perna esquerda, queixava-se de dores no couro cabeludo e tinha lesão na parte interna do lábio superior.

Mais tarde, outro motorista de aplicativo procurou a delegacia e relatou ter recebido uma chamada de vídeo do colega pedindo ajuda durante as agressões, momento em que a mulher o arranhava e mordia. Ele afirma que foi até o local e segurou a passageira e também teria sido arranhado por ela.

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Baleado na fronteira morre antes de chegar ao hospital em Pedro Juan Caballero




Um homem identificado como Marcos Daniel Maldonado Jara, morreu na noite deste domingo (15) após ser atingido por vários disparos de arma de fogo no distrito de Zanja Pytã, cidade ao lado de Ponta Porã. Ele chegou a ser socorrido com urgência e encaminhado para atendimento médico no Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu durante o trajeto.

De acordo com as informações preliminares, a vítima foi alvejada em circunstâncias ainda não esclarecidas. Equipes de resgate foram acionadas e realizaram o transporte emergencial até o hospital. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, Marcos Daniel morreu antes de receber atendimento médico. O corpo foi encaminhado à morgue do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero.


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Confira a previsão do tempo para este domingo




De acordo com o Institto Climatempo, o domingo (15), deve ter sol com muitas nuvens. Pancadas de chuva à tarde e à noite em Ponta Porã.

A temperatura mínima fica em 20 graus centígrados e a máxima em 32 graus centígrados.


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Jovem é encontrado morto em chácara de Guia Lopes da Laguna




A polícia apura as circunstâncias da morte de uma pessoa jovem em uma chácara localizada no município de Guia Lopes da Laguna, na margem da rodovia para Jardim. O corpo foi constatado por uma pessoa que passava na rodovia e percebeu que uma pessoa estaria caída na entrada da casa e ao verificar constatou a morte.

As Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros foram acionados, mas constataram a morte da vítima. Ainda não há a definição da identidade da vítima. A vítima teria familiares em Jardim e trabalhava há pouco tempo na propriedade.

Após os levantamentos e confirmação da identificação da vítima, o corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal de Jardim. O caso será apurado pela Polícia de Guia Lopes da Laguna.


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José Menino Júnior solicita melhorias em estradas rurais e redutor de velocidade no Jardim Aeroporto

O vereador José Menino Júnior apresentou duas indicações na Câmara Municipal de Ponta Porã com foco na segurança viária e na melhoria da mobilidade tanto na zona rural quanto na área urbana do município.

Os pedidos foram encaminhados ao prefeito Eduardo Campos, com cópia ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.

Na primeira indicação, o parlamentar solicitou a manutenção das estradas e da ponte na região do Guaíba, especialmente no trecho que dá acesso à Aldeia Lima Campo, seguindo em direção ao Distrito de Nova Itamarati.

Segundo o vereador, as estradas da localidade são vias principais de acesso e vêm enfrentando sérios problemas por falta de manutenção.

O parlamentar destaca que ônibus escolares utilizam diariamente o trajeto e, em razão das más condições, têm ficado atolados por horas, o que prejudica o rendimento escolar dos alunos e dificulta a rotina de motoristas que dependem da via.

José Menino Júnior também chamou a atenção para a situação da ponte existente no trecho, que se encontra em estado precário. De acordo com ele, apesar de passar por manutenções anuais, a estrutura é totalmente de madeira e não tem resistido às ações do tempo, aumentando os riscos para quem precisa atravessá-la.

O vereador defende que a realização de patrolamento e cascalhamento das estradas, além da construção de uma ponte mais resistente, são medidas essenciais para garantir a segurança, assegurar o transporte escolar e melhorar o acesso da comunidade local.

Segurança no Jardim Aeroporto

Em outra indicação, o vereador solicitou a instalação de redutores de velocidade, acompanhados de placas de sinalização, na Rua Batista de Azevedo, no bairro Jardim Aeroporto, nas proximidades da Comunidade Católica Nossa Senhora de Fátima.

De acordo com o parlamentar, a medida é necessária devido ao intenso fluxo de pedestres na região, especialmente durante missas e eventos religiosos, quando há grande concentração de fiéis.

Ele ressalta que o tráfego de veículos em alta velocidade na via representa risco à segurança da população, principalmente de idosos e crianças, que têm mais dificuldade na travessia.

A implantação de redutores de velocidade, segundo o vereador, contribuirá para prevenir acidentes e proporcionar mais segurança e qualidade de vida aos moradores da região.

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Vítima de tentativa de homicídio é deixado ferido no Regional de Ponta Porã




Um homem de 45 anos foi deixado ferido no setor de Urgência e Emergência do Hospital Regional de Ponta Porã na manhã de ontem (14), em um caso tratado pela polícia como tentativa de homicídio.

A vítima, identificada como João Admilson Brites Benites, apresentava dois ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, ele foi atingido na mão direita e no pescoço, sendo submetido a procedimento cirúrgico logo após dar entrada na unidade hospitalar. Até o momento, o estado de saúde não foi oficialmente divulgado.

De acordo com relato repassado à Polícia Militar, João foi levado ao hospital por um homem ainda não identificado. Após deixá-lo na unidade, o condutor deixou o local sem fornecer informações sobre as circunstâncias do crime ou sobre sua própria identidade.

A ausência de detalhes sobre onde e como os disparos ocorreram amplia o mistério em torno do caso, que agora está sob investigação das autoridades competentes. A polícia busca identificar tanto o autor dos disparos quanto a pessoa que conduziu a vítima ao hospital, peça-chave para esclarecer a dinâmica dos fatos.


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Homem é preso pela 58ª vez em Dourados após furto em farmácia

O ciclo de prisões e solturas em Dourados ganhou mais um capítulo neste sábado (14). Lucas Matheus Santos de Carvalho, de 27 anos, conhecido pelo apelido de “Microfone”, foi detido pela 58ª vez, segundo registros policiais. A nova prisão ocorreu por volta das 19h30, após furto em uma farmácia na região central da cidade.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito foi localizado no interior do estabelecimento comercial com R$ 87,20 em dinheiro, valor que teria sido subtraído do caixa. Ele foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde foi autuado em flagrante por furto.

Morador do Jardim Itália, “Microfone” já é figura conhecida das forças de segurança locais. O que mais chama a atenção das autoridades é a frequência com que ele é detido e, em seguida, colocado novamente em liberdade por decisões judiciais.

Histórico recente de prisões

O histórico mais recente reforça o cenário de reincidência. No dia 30 de janeiro, ele foi preso por furto em uma loja na Rua Cuiabá, sendo liberado no dia seguinte após audiência de custódia. Poucos dias depois, em 5 de fevereiro, voltou a ser capturado sob acusação de praticar diversos furtos na área central.

Após essa última prisão, a soltura foi determinada pelo juiz Marcel Goulart Vieira, que entendeu ser desnecessária a realização de audiência de custódia no caso específico. A decisão, diante do elevado número de reincidências, reacendeu discussões sobre os critérios adotados para concessão de liberdade provisória e os impactos na segurança pública.

O caso expõe um dilema que vai além de um único indivíduo. De um lado, está o princípio da presunção de inocência e as garantias legais asseguradas pela Constituição. De outro, a sensação de impunidade que cresce entre comerciantes e moradores, especialmente na região central, onde furtos têm sido recorrentes.

A reincidência sucessiva levanta questionamentos sobre a eficácia das medidas aplicadas até agora e aponta para a necessidade de políticas públicas integradas. Especialistas defendem que, além da repressão penal, é fundamental investir em acompanhamento social, tratamento contra dependência química — quando for o caso — e programas de reinserção, para quebrar o ciclo repetitivo de crime e prisão.

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