O 4º Batalhão de Polícia Militar deu início nesta quinta-feira (12), à Operação Saturação, que seguirá até a madrugada de segunda-feira (16). A ação intensifica o policiamento em pontos estratégicos da área de atuação da unidade (Ponta Porã, Aral Moreira, Antônio João, além dos distritos de Sanga Puitã e Nova Itamarati), com o objetivo de aumentar a presença policial, prevenir crimes e proporcionar maior sensação de segurança à população.
Durante o período da operação, equipes extras da Polícia Militar estarão nas ruas realizando abordagens, patrulhamento ostensivo e fiscalizações de trânsito, especialmente em locais previamente mapeados pela corporação com base em dados de ocorrências e análise criminal. As ações incluem barreiras policiais, verificação de veículos e pessoas, além de reforço no policiamento preventivo em áreas de maior circulação.
A Operação Saturação é uma estratégia de policiamento que consiste no aumento concentrado do efetivo policial em determinadas regiões e horários considerados sensíveis, buscando inibir a prática de crimes, retirar de circulação indivíduos envolvidos em atividades ilícitas e garantir a ordem pública. Esse tipo de operação também contribui para a fiscalização de irregularidades no trânsito e para a localização de veículos ou pessoas com pendências judiciais.
De acordo com o comandante do 4º BPM, Major PM Ryo Sato, a iniciativa reforça o compromisso da Polícia Militar com a segurança da comunidade.
“A Operação Saturação tem como objetivo ampliar a presença policial nas ruas e atuar de forma preventiva, intensificando abordagens e fiscalizações. Nosso foco é preservar a ordem pública e garantir mais tranquilidade para a população durante todo o período da operação”, destacou o comandante.
A Polícia Militar ressalta que a colaboração da população é fundamental para o sucesso das ações de segurança pública e orienta que qualquer situação suspeita seja comunicada às autoridades por meio dos canais oficiais de atendimento.
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (12) pedido para obrigar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes no Banco Master.
O mandado de segurança para garantir a abertura da CPI foi protocolado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O parlamentar alegou que o requerimento para a criação da comissão já foi protocolado e cumpriu os requisitos legais, como o registro das assinaturas de um terço dos deputados.
Segundo o parlamentar, há omissão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao deixar de instalar a CPI.
Na decisão, Zanin citou “deficiências processuais” no pedido de parlamentar e afirmou que provas de que Motta demonstra resistência pessoal para instalar a comissão.
“No presente caso, porém, como demonstrado acima, há deficiências relevantes na instrução do mandado de segurança que sequer permitem aferir, neste momento e de plano, omissão ou resistência pessoal da autoridade, como narrado na inicial”, decidiu o ministro.
Toffoli
Antes da decisão de Zanin, o ministro Dias Toffoli foi escolhido relator original do pedido de instauração da CPI. Contudo, Toffoli se declarou suspeito para analisar o caso.
No mês passado, Toffoli deixou a relatoria do inquérito sobre as fraudes no Banco Master após a Polícia Federal (PF) informar o presidente do STF, Edson Fachin, que há menções a ele em mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que teve o aparelho apreendido durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada no ano passado.
O ministro é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos que é ligado ao Master e investigado pela PF.
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na quarta-feira (11), um caminhão-baú carregado com mercadorias de contrabando e descaminho durante fiscalização na rodovia MS-040, na zona rural de Santa Rita do Pardo.
Um homem de 41 anos foi preso em flagrante.
A abordagem ocorreu durante um bloqueio policial na rodovia. Ao receber ordem de parada, o motorista foi questionado pelos policiais e afirmou que transportava “muamba”.
Durante vistoria no compartimento de carga do caminhão, os militares localizaram 105 volumes contendo cigarros, cigarros eletrônicos, peças de vestuário e essências para narguilé.
Segundo o condutor, os produtos teriam sido carregados em Campo Grande e seriam levados até a cidade de São Paulo (SP). Pelo transporte da carga, ele afirmou que receberia R$ 6,5 mil.
De acordo com o DOF, o material apreendido foi avaliado em aproximadamente R$ 2,1 milhões. A carga, o veículo e o suspeito foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Três Lagoas, onde o caso foi registrado.
A ação faz parte do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, desenvolvido em parceria entre a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) para reforçar o combate a crimes transfronteiriços.
A Polícia Militar Ambiental (PMA), por meio da sede do 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental (2º BPMA) em Dourados, realizou nesta terça-feira (10) patrulhamento terrestre na região de Itaum e no entroncamento conhecido como Placa do Abadio, abrangendo as rodovias MS-162 e MS-270. A ação teve como foco a prevenção e o combate a crimes ambientais contra a fauna e a flora.
Durante a operação, além do policiamento ostensivo, as equipes visitaram propriedades rurais para executar a Operação Prolepse, iniciativa voltada à orientação de produtores rurais sobre o uso controlado do fogo e a prevenção de incêndios florestais. No contato direto com os moradores da zona rural, os policiais aplicaram questionários técnicos e prestaram orientações sobre práticas seguras durante o período de estiagem.
No município de Amambai, equipes da 2ª Companhia mantêm foco na fiscalização ambiental na faixa de fronteira. O trabalho preventivo da Operação Prolepse também vem sendo intensificado em propriedades rurais da região, estabelecendo um canal direto com produtores para evitar queimadas descontroladas que possam comprometer a biodiversidade local.
Já em Costa Rica, o policiamento ambiental concentra esforços na proteção da bacia do Rio Sucuriú e das áreas de conservação do entorno.
Patrulhas terrestres e fluviais atuam para prevenir a degradação de matas ciliares e coibir o uso irregular de defensivos agrícolas em propriedades próximas aos cursos d’água.
Segundo a PMA, a aplicação das diretrizes da Operação Prolepse é prioridade nas regiões atendidas, levando educação ambiental, orientação técnica e estratégias de prevenção às comunidades rurais, com o objetivo de reduzir riscos de incêndios e preservar os ecossistemas locais.
Uma ação integrada da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado resultou na apreensão de duas carretas carregadas com pneus contrabandeados na tarde desta quinta-feira (12), na rodovia MS-156, no município de Caarapó. De acordo com a PRF, os veículos — duas carretas de nove eixos com placas de Mato Grosso — transportavam 445 pneus para carretas e 100 pneus para automóveis, totalizando 545 unidades de origem estrangeira introduzidas irregularmente no país. Durante a abordagem, os motoristas, de 43 e 39 anos, informaram aos policiais que carregaram os pneus no Paraguai e tinham como destino final a cidade de Campo Grande. Segundo relato dos suspeitos, cada um receberia R$ 20 mil pelo transporte da carga, caracterizado como “frete”.
Os dois homens receberam voz de prisão no local. As carretas e toda a carga apreendida foram encaminhadas, juntamente com os motoristas, para a delegacia da Polícia Federal em Dourados, onde serão realizados os procedimentos de polícia judiciária. O prejuízo estimado ao crime organizado com a apreensão é de aproximadamente R$ 1 milhão, segundo as autoridades.
A operação faz parte de ações de repressão ao contrabando e descaminho na região de fronteira, intensificadas pelas forças de segurança para coibir a entrada irregular de mercadorias no país.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), instituição de fomento do governo federal, informou na manhã desta quinta-feira (12) que não será afetado diretamente pelo pedido de recuperação extrajudicial da gigante do agronegócio Raízen.
Em 2025, o banco público aprovou o financiamento de R$ 1 bilhão para a companhia produzir etanol de segunda geração, combustível mais sustentável.
Na quarta-feira (11) a Raízen comunicou que uma proposta de renegociação de R$ 65,1 bilhão de dívidas foi acordada com os principais credores da empresa.
De acordo com o BNDES, os financiamentos autorizados contam com garantia real, que são as próprias usinas.
“Portanto, conforme informou a própria empresa, continuarão a ser pagos normalmente”, diz a nota.
“O BNDES está empenhado e comprometido em encontrar a melhor solução para a crise financeira da empresa”, completa.
O banco acrescenta que tem “sólido sistema de governança”, que garante ao banco uma das menores inadimplências do sistema financeiro, de 0,008%, de acordo com o último balanço divulgado.
Recuperação extrajudicial
Recuperação extrajudicial é uma forma de empresas com dificuldades financeiras negociarem dívidas diretamente com credores de forma ágil, com objetivo de evitar falência. Para valer, o acordo precisa ser homologado pela Justiça.
O pedido da Raízen foi apresentado à Comarca da Capital de São Paulo.
A companhia informou que a iniciativa de saneamento financeiro tem alcance limitado, sem incluir dívidas e obrigações com clientes, fornecedores, revendedores e outros parceiros de negócios, que permanecem vigentes, “sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos”.
Criada em 2011, resultado de uma joint venture entre as empresas Cosan e a Shell, a Raízen atua em atividades que incluem o cultivo de cana-de-açúcar, a produção de açúcar e etanol, cogeração de energia, logística, transporte e distribuição de combustíveis, entre outros negócios.
A empresa tem 45 mil funcionários e controla 35 usinas de produção de açúcar, etanol e bioenergia.
O etanol de segunda geração, objeto do financiamento do BNDES, é um biocombustível sustentável, produzido a partir de resíduos vegetais, como o bagaço e a palha da cana-de-açúcar, em vez do caldo (açúcar) usado no etanol comum.
Foi capturado na tarde desta quarta-feira (11/3), em Salto del Guairá, cidade paraguaia próximo a Mundo Novo, o pecuarista brasileiro Alessandro Menghel, condenado a 29 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de um policial federal.
Segundo informações da imprensa paraguaia, agentes da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) em trabalho conjunto com a PF (Polícia Federal) localizaram Meneghel enquanto ele conduzia uma caminhonete Toyota Hilux pela Avenida Bernardino Caballero, no Bairro Karen Luana.
Com mandado de prisão internacional e incluído na difusão vermelha da Interpol (a polícia internacional), o pecuarista foi imediatamente expulso do território paraguaio e entregue às autoridades brasileiras.
Sobre o assassinato
O policial federal Alexandre Drumond Barbosa foi assassinado na madrugada do dia 14 de abril de 2012, em Cascavel (PR). Ele estava de folga e foi até uma casa noturna da cidade, ocaisão em que discutiu com Alessandro Meneghel.
Segundo o relato de testemunhas, ainda dentro do estabelecimento, o autor ameaçou matar o policial. Quando estava indo embora, Alexandre foi baleado por um homem que passava de caminhonete e imagens de câmeras apontaram o pecuarista como autor dos tiros.
O agente federal chegou a ser socorrido, mas morreu em seguida. Horas depois, Alessandro foi preso e na caminhonete dele os policiais encontraram uma pistola nove milímetros e uma escopeta calibre 12. Meneghel confessou o crime e alegou ter agido em legítima defesa.
Julgamento
De acordo com o Campo Grande News, levado a julgamento em 2017, o pecuarista foi condenado a 34 anos de reclusão, mas a pena foi reduzida em cinco anos, por decisão do Tribunal de Justiça do Paraná.
Postergado por recursos judiciais, o caso se arrastou até 2025, quando a sentença foi considerada definitiva (trânsito em julgado). Com isso, o mandado de prisão do réu foi expedido, mas Alessandro Meneghel fugiu para o Paraguai, onde foi localizado ontem.
Com ampla experiência na concepção e implantação de ambientes de inovação, a CERTI (Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras), é responsável pela estruturação do Parque Tecnológico Internacional de Ponta Porã (PTIn). Com dois dias de programação nesta quinta e sexta-feira, dias 12 e 13 de março, a região Centro-Oeste do Brasil passa a contar com um novo espaço voltado ao desenvolvimento tecnológico e ao empreendedorismo. O objetivo do empreendimento é fortalecer o ecossistema de inovação binacional, estimular a criação de startups e ampliar oportunidades de negócios e cooperação científica na fronteira entre Brasil e Paraguai.
Marcus Dias, líder técnico do Centro de Empreendedorismo Inovador da CERTI, destacou o trabalho desenvolvido em parceria com a Prefeitura de Ponta Porã para consolidar a implantação do PTIn. “A partir da identificação do DNA local, consolidamos o planejamento estratégico, a modelagem do parque e sua implantação inicial com operação assistida, apoiando na estruturação de um ambiente de inovação sustentável e conectado ao ecossistema binacional”, disse.
Um dos principais desafios do projeto, segundo ele, foi estruturar um parque tecnológico em uma região de fronteira, com vocação internacional e grande potencial de integração regional, ao mesmo tempo em que se buscava garantir um modelo de operação viável e conectado às demandas do ecossistema local de inovação.
Para apoiar esse processo, a CERTI aplicou sua própria metodologia para desenvolvimento de parques e centros de inovação, uma abordagem consolidada que organiza oito eixos estratégicos de soluções que impulsionam a formação de ambientes de inovação, como governança, posicionamento, modelo de negócios e articulação com o ecossistema. “Após a inauguração estenderemos nossa atuação junto ao parque por meio ações compartilhadas, mentorias e transferência de conhecimento para a equipe gestora local, contribuindo para o amadurecimento das iniciativas de empreendedorismo e inovação.”, complementa Marcus Dias.
Com uma abordagem integrada que envolve áreas como economia criativa, cultura e desenvolvimento rural, o Parque Tecnológico de Ponta Porã nasce com a proposta de atuar como um catalisador do desenvolvimento regional, conectando diferentes setores da economia e contribuindo para posicionar a cidade como um novo polo de inovação e empreendedorismo na região de fronteira.
Segundo o líder técnico da CERTI, a definição do posicionamento estratégico do parque foi construída a partir de análises do território, entrevistas com atores locais e identificação das oportunidades econômicas, científicas e culturais da região de Ponta Porã. Esse processo contribuiu para estabelecer as áreas prioritárias de atuação do PTIn e orientar o desenvolvimento de programas de empreendedorismo, incubação de startups e atração de empresas inovadoras. “O diferencial competitivo do PTIn está em sua natureza internacional e posição estratégica na fronteira Brasil–Paraguai, o que cria oportunidades para cooperação científica, tecnológica e empresarial com países da América Latina”, destaca.
Nos primeiros anos de operação, a expectativa é consolidar o PTIn como um hub regional de inovação, capaz de atrair startups, empresas de base tecnológica e projetos de pesquisa aplicada, ampliando a geração de empregos qualificados e estimulando o desenvolvimento econômico da região. O projeto também incluiu iniciativas para estimular a cultura empreendedora na região, como a implementação de um programa de pré-incubação desenvolvido em parceria com a Fundação Wadhwani, organização sem fins lucrativos que tem como missão acelerar o desenvolvimento econômico de regiões emergentes.
A experiência da CERTI no desenvolvimento de ambientes de inovação também contribuiu para acelerar a maturidade do projeto, visto que a instituição possui uma trajetória consolidada no apoio à concepção e implantação de parques tecnológicos, incubadoras e centros de inovação em diversos estados brasileiros, acumulando mais de 90 projetos nessa área. Além da estrutura do parque tecnológico, o projeto também está conectado a outras iniciativas estratégicas para o desenvolvimento local, como o Centro de Cultura, Empreendedorismo, Inovação e Memória do Tereré (CEIMPP) e o Centro de Inovação da Agricultura Familiar (Casarão).
Programação de Inauguração
A programação de inauguração do Parque Tecnológico Internacional de Ponta Porã (PTIn) terá início nesta quinta-feira, dia 12, às 14h, e prossegue na sexta-feira, dia 13, pela manhã, sendo que a cerimônia oficial de inauguração está marcada para às 13h30 com a presença do prefeito de Ponta Porã, Eduardo Campos, do governador do Estado, Eduardo Riedel, além de secretários estaduais e autoridades regionais e federais.
Entre as atividades previstas está a Oficina de Ambientes de Inovação com Ecossistemas Estaduais, conduzida por Marcus Dias. A oficina acontece nesta sexta-feira, às 8h30, e tem como objetivo apresentar a metodologia utilizada no planejamento do PTIn, além de promover um espaço de diálogo entre representantes de diferentes ecossistemas de inovação de Mato Grosso do Sul.
Em um movimento estratégico para consolidar o regime de colaboração entre o Estado e os municípios, o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul marcou presença na manhã desta quarta-feira, 11 de março, no Seminário Estadual do programa MS Alfabetiza. O evento, realizado no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, reuniu as principais lideranças dos Poderes Executivo e Legislativo, além de gestores educacionais e órgãos de controle.
Integrando o Comitê Técnico de Educação do Instituto Rui Barbosa (IRB), a conselheira substituta Patrícia Sarmento dos Santos, representou o TCE-MS no evento. Em sua fala, a conselheira enfatizou sobre a importância de monitorar de perto as políticas públicas que garantem o direito à alfabetização na idade certa, conforme as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Patrícia Sarmento ainda destacou que o papel da Corte de Contas transcende a fiscalização contábil, atuando diretamente no aprimoramento da gestão educacional. E relembrou os avanços obtidos em 2025, quando o Tribunal realizou dois levantamentos importantes: Um deles sobre os planos de carreira e remuneração do Magistério Público, que teve a coordenação do IRB, e um outro, que monitorou e avaliou os planos de educação, identificando fragilidades na execução das metas estabelecidas.
“Nosso objetivo é garantir que os recursos públicos se transformem, efetivamente, em qualidade de ensino dentro da sala de aula”, pontuou a conselheira substituta.
Agenda para 2026
A projeção para o ciclo atual é ainda mais ambiciosa. Segundo a conselheira, a proposta do IRB para este ano, com a integração ativa dos Tribunais de Contas, foca na avaliação do grau de aprendizagem dos estudantes. Além disso, o Tribunal dará continuidade à análise rigorosa dos planos de cargos e carreiras do magistério em todo o Mato Grosso do Sul.
O programa MS Alfabetiza, desenvolvido em parceria com os 79 municípios do Estado, serve como o cenário ideal para essas ações de controle, uma vez que busca elevar os indicadores educacionais e promover o desenvolvimento das competências de leitura e escrita.
Com essa participação, o Tribunal de Contas reafirma que o fortalecimento da educação básica passa, necessariamente, por um controle externo atento, técnico e voltado para a eficácia das políticas públicas.
Uma operação da Secretaría Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD) resultou na eliminação de quase cinco toneladas de maconha e no desmantelamento de um acampamento utilizado pelo narcotráfico na região de Capitán Bado, fronteira com Coronel Sapucaia.
A ação faz parte da operação Fuerte Sur, estratégia de combate ao tráfico de drogas que atua como barreira para o envio de maconha ao mercado argentino. Paralelamente, outro grupo operacional da SENAD realiza missões de erradicação de plantações ilegais no departamento de Amambay, com foco em atingir rotas utilizadas para abastecer o mercado brasileiro.
Durante incursões realizadas na área rural da Colônia Aguará, os agentes identificaram novos pontos de cultivo ilegal e promoveram a erradicação de aproximadamente três toneladas de maconha em diferentes áreas de plantio.
Além das plantações, as patrulhas localizaram um acampamento clandestino usado como base para o processamento da droga. No local, foram encontrados cerca de 1.500 quilos de maconha em fase de secagem. A estrutura foi completamente desmantelada pelos agentes.
De acordo com a SENAD, embora a área erradicada corresponda a cerca de um hectare de cultivo, a operação permitiu retirar de circulação aproximadamente cinco toneladas da droga, considerando tanto as plantações destruídas quanto a maconha já processada encontrada no acampamento.
As autoridades destacam que ações desse tipo fazem parte de uma estratégia permanente para enfraquecer a produção de drogas na região de fronteira e reduzir o fluxo de entorpecentes destinados aos mercados ilícitos da América do Sul.
Ação ocorreu na região de Capitán Bado, no departamento de Amambay, área estratégica do tráfico de drogas na fronteira entre Paraguai e Brasil. (Foto: SENAD)